fonte: http://www.crmg.com.br/caso.php?id=5
O TC-NET M desenvolvido e fabricado pela ThinNetworks é um dos thin clients mais rápidos e baratos do mercado. Possui uma alta taxa de atualização de vídeo, é capaz de executar aplicativos locais sem comprometer o desempenho do equipamento e tem suporte à recursos multimídias.
O Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) uma das mais conceituadas faculdades de Brasília, substituiu computadores convencionais por thin clients e reduziu custos com aquisição de hardware, manutenção e energia elétrica.
Cenário:
O IESB utilizava em seu departamento administrativo computadores convencionais. Para cada novo funcionário era necessária uma nova estação de trabalho com CPU, monitor, mouse e teclado. Com isso, os gastos com energia elétrica, manutenção e aquisição de hardware eram excessivos.
Implantação:
A solução thin client TC-NET M foi apresentada à Álvaro Rondom, gerente de redes da faculdade por um revendedor ThinNetworks no Distrito Federal. Após alguns testes com a solução, Álvaro decidiu implantar o TC-NET M em todo o setor administrativo da faculdade, que necessitava manter maior o controle dos aplicativos sem comprometer o desempenho das estações de trabalho.
Resultados / Cenário Atual:
Hoje o IESB possui em torno de 60 estações com TC-NET M, conectados a um servidor de terminais com o XP Unlimited Enterprise. Ao substituir PC’s convencionais por thin clients houve uma economia de 70% de energia elétrica e 90% em manutenção.
As soluções thin client da ThinNetworks são recomendadas por Álvaro Rondom: “São soluções que proporcionam melhor performance e controle dos aplicativos nas estações de trabalho”.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Conhece os telecentros? UOL Tecnologia mostra como eles funcionam em SP
fonte: http://lucianacristina.wordpress.com/2010/08/22/conhece-os-telecentros-uol-tecnologia-mostra-como-eles-funcionam-em-sp/
Para o adolescente que xaveca uma menina, ele é apenas um meio para tentar se aproximar dela – seja por meio de “scraps” no Orkut ou mensagens diretas no Twitter. Para a senhora de idade, que quer enviar o primeiro e-mail, é uma oportunidade de renovar conceitos, pois antes ela só enviava cartas escritas à mão. Apesar das necessidades bem distintas, é em espaços como os telecentros onde se reúnem usuários dos mais diferentes níveis de conhecimento sobre computadores e internet.
Para mostrar o funcionamento desses locais que promovem a inclusão digital para alguns ou pesquisa e diversão para outros, o UOL Tecnologia visitou dois telecentros em regiões da cidade de São Paulo que figuram nas duas pontas do ranking de IDH-M (Índice de desenvolvimento humano municipal) da cidade. As unidades escolhidas foram o telecentro da Benedito Calixto (Pinheiros; entre os melhores IDH-M) e o telecentro de Parelheiros (extremo sul da capital; entre os piores IDH-M) (confira imagens do telecentro da Praça Benedito Calixto, em São Paulo).
Além dos índices de desenvolvimento, há dois aspectos em que os telecentros apresentam discrepância: a facilidade (ou dificuldade) de acesso e o tipo de público.
No caminho para chegar até o telecentro de Parelheiros (que fica no mesmo local da sede da subprefeitura) há vários locais pouco urbanizados e com muitas árvores. Parece uma viagem para o interior de São Paulo. Em comparação, no de Pinheiros, nenhuma novidade para o paulistano: muitos prédios e muito trânsito. Quanto aos freqüentadores, o primeiro local é “point” de jovens internautas, enquanto o segundo tem os aposentados como seu principal público.
Tirando as diferenças, ambos têm exatamente a mesma estrutura: contam com uma impressora e 20 estações thin clients (15 utilizadas para cursos e oficinas e o restante para uso livre). No dia da visita, em Pinheiros, três máquinas estavam desativadas, enquanto na de Parelheiros havia duas.
As visitas
Em Parelheiros, a reportagem do UOL Tecnologia não se identificou – fez a visita no dia 13 de agosto como se fosse um usuário convencional, e não um jornalista. Ao chegar lá, foi necessário apresentar o RG e comprovante de residência. Após poucos minutos, a atendente liberou a máquina que poderia ser usada por uma hora – caso não haja mais pessoas na fila, o uso pode ser prolongado.
O primeiro susto foi com a tela inicial do sistema, que não se parecia em nada com aquela vista diariamente: a maioria das unidades usa uma licença Linux como sistema operacional padrão. Mas, apesar das diferenças com a plataforma Windows, o ambiente gráfico se mostrou bem amigável. Na área de trabalho há os principais aplicativos utilizados. Há também um menu parecido com o “Iniciar” do Windows, que reúne outras aplicações próprias da distribuição, como calculadora e visualizador de imagens.
A suíte de escritório BrOffice (pacote equivalente ao Office, que reúne programas de edição de texto, planilhas, apresentação, etc) é pouco usada no mercado de trabalho. Porém, as interfaces dos programas — ao menos até a versão 2003 do Office – são bem parecidas. “Nas minhas explicações sempre falo como seria [o procedimento ensinado] no Windows”, conta o orientador Guilherme de Carvalho, 19, que trabalha no telecentro da Benedito Calixto. A visita identificada ao local foi realizada no dia 18 de agosto. Acompanhada de um fotógrafo, a reportagem entrevistou o monitor e também usuários da unidade.
Espetar um pendrive no thin client e ele não funcionar de primeira pode fazer com que você perca a paciência – e é algo que os usuários dos telecentros já devem esperar. Caso o sistema operacional não tenha reconhecido o pendrive, será necessário reiniciar a máquina. Modelos mais novos são executados e reconhecidos normalmente pelo sistema.
Nos telecentros, é possível imprimir documentos: cada pessoa tem uma cota de impressão de duas folhas por dia.
O que pode e o que não pode
Redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut são liberadas. O Windows Live Messenger também, só que o acesso é feito por meio de uma versão para Linux do mensageiro chamada “emesene”. Na área de trabalho há até um ícone do Gaim, programa mensageiro multiprotocolo que suporta MSN, Yahoo, ICQ e outros. Porém, na unidade de Parelheiros, o software não funcionou.
Sites que contenham pornografia, aplicações em flash pesadas (comum em jogos online) e alguns sites de download – como o 4shared – são bloqueados. Mesmo assim, durante a visita, um usuário menor de idade jogava livremente alguns jogos online.
“Acessar o YouTube faz falta”, critica o estudante Leandro Augusto, 19, sobre o fato de o filtro da internet barrar sites de vídeo. Um dos poucos jovens freqüentadores vistos pela reportagem no telecentro da Praça Benedito Calixto, Augusto não tem PC em casa e vai todo dia acessar Orkut e MSN. “Minha irmã e meus amigos também vêm aqui. Quando o pessoal sai da escola vem direto para cá”, afirmou.
O orientador Guilherme de Carvalho explica que o acesso a vídeos é bloqueado, pois esse tipo de serviço consome muita banda, o que prejudicaria o desempenho da navegação na web.
Diferença de público
Os telecentros oferecem cursos e oficinas para qualquer pessoa interessada. No entanto, entre as unidades visitadas, foi possível notar uma diferença clara entre a faixa etária dos frequentadores. Enquanto na Benedito Calixto havia muitos aposentados, em Parelheiros a concentração maior é de adolescentes e jovens.“Eu não sabia mexer, eu era uma ‘analfabeta’ em computação”, comentou Gley Gusukuma, 55, dona de casa. Frequentadora do telecentro há mais de um ano, ela já fez os cursos básico (com conceitos essenciais para usar o PC) e o de internet (que ensina a fazer buscas). “Passo minhas tardes aqui. No início dava até dor de cabeça de tanto ficar em frente ao PC.”
Boa parte dos usuários com idade avançada de Pinheiros tem computador em casa. Eles não usam o equipamento, pois os filhos, geralmente, impedem ou não tem paciência para ensinar. “Não mexe que vai dar pau” é o que dizem os filhos da aposentada Therezinha Abrahão, 69. Gley também já ouviu conversa semelhante em casa. “Não deixam eu encostar no computador. Eles [meus filhos] têm um ciúmes…”.
Therezinha, que já trabalhou como pedagoga, gosta muito das atividades do telecentro e elogiou a forma como os monitores se portam durante as aulas. “Aqui vem gente de todo o nível de compreensão e de nível social. Eles [monitores] encontram um método bem didático para explicar.”
Outra usuária do telecentro, Cristiane Fernandes, 22, mesmo já tendo conhecimentos em computação comentou a atuação dos monitores. “Eles são educados e têm muita paciência com o público mais velho.”
Para o adolescente que xaveca uma menina, ele é apenas um meio para tentar se aproximar dela – seja por meio de “scraps” no Orkut ou mensagens diretas no Twitter. Para a senhora de idade, que quer enviar o primeiro e-mail, é uma oportunidade de renovar conceitos, pois antes ela só enviava cartas escritas à mão. Apesar das necessidades bem distintas, é em espaços como os telecentros onde se reúnem usuários dos mais diferentes níveis de conhecimento sobre computadores e internet.
Para mostrar o funcionamento desses locais que promovem a inclusão digital para alguns ou pesquisa e diversão para outros, o UOL Tecnologia visitou dois telecentros em regiões da cidade de São Paulo que figuram nas duas pontas do ranking de IDH-M (Índice de desenvolvimento humano municipal) da cidade. As unidades escolhidas foram o telecentro da Benedito Calixto (Pinheiros; entre os melhores IDH-M) e o telecentro de Parelheiros (extremo sul da capital; entre os piores IDH-M) (confira imagens do telecentro da Praça Benedito Calixto, em São Paulo).
Além dos índices de desenvolvimento, há dois aspectos em que os telecentros apresentam discrepância: a facilidade (ou dificuldade) de acesso e o tipo de público.
No caminho para chegar até o telecentro de Parelheiros (que fica no mesmo local da sede da subprefeitura) há vários locais pouco urbanizados e com muitas árvores. Parece uma viagem para o interior de São Paulo. Em comparação, no de Pinheiros, nenhuma novidade para o paulistano: muitos prédios e muito trânsito. Quanto aos freqüentadores, o primeiro local é “point” de jovens internautas, enquanto o segundo tem os aposentados como seu principal público.
Tirando as diferenças, ambos têm exatamente a mesma estrutura: contam com uma impressora e 20 estações thin clients (15 utilizadas para cursos e oficinas e o restante para uso livre). No dia da visita, em Pinheiros, três máquinas estavam desativadas, enquanto na de Parelheiros havia duas.
As visitas
Em Parelheiros, a reportagem do UOL Tecnologia não se identificou – fez a visita no dia 13 de agosto como se fosse um usuário convencional, e não um jornalista. Ao chegar lá, foi necessário apresentar o RG e comprovante de residência. Após poucos minutos, a atendente liberou a máquina que poderia ser usada por uma hora – caso não haja mais pessoas na fila, o uso pode ser prolongado.
O primeiro susto foi com a tela inicial do sistema, que não se parecia em nada com aquela vista diariamente: a maioria das unidades usa uma licença Linux como sistema operacional padrão. Mas, apesar das diferenças com a plataforma Windows, o ambiente gráfico se mostrou bem amigável. Na área de trabalho há os principais aplicativos utilizados. Há também um menu parecido com o “Iniciar” do Windows, que reúne outras aplicações próprias da distribuição, como calculadora e visualizador de imagens.
A suíte de escritório BrOffice (pacote equivalente ao Office, que reúne programas de edição de texto, planilhas, apresentação, etc) é pouco usada no mercado de trabalho. Porém, as interfaces dos programas — ao menos até a versão 2003 do Office – são bem parecidas. “Nas minhas explicações sempre falo como seria [o procedimento ensinado] no Windows”, conta o orientador Guilherme de Carvalho, 19, que trabalha no telecentro da Benedito Calixto. A visita identificada ao local foi realizada no dia 18 de agosto. Acompanhada de um fotógrafo, a reportagem entrevistou o monitor e também usuários da unidade.
Espetar um pendrive no thin client e ele não funcionar de primeira pode fazer com que você perca a paciência – e é algo que os usuários dos telecentros já devem esperar. Caso o sistema operacional não tenha reconhecido o pendrive, será necessário reiniciar a máquina. Modelos mais novos são executados e reconhecidos normalmente pelo sistema.
Nos telecentros, é possível imprimir documentos: cada pessoa tem uma cota de impressão de duas folhas por dia.
O que pode e o que não pode
Redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut são liberadas. O Windows Live Messenger também, só que o acesso é feito por meio de uma versão para Linux do mensageiro chamada “emesene”. Na área de trabalho há até um ícone do Gaim, programa mensageiro multiprotocolo que suporta MSN, Yahoo, ICQ e outros. Porém, na unidade de Parelheiros, o software não funcionou.
Sites que contenham pornografia, aplicações em flash pesadas (comum em jogos online) e alguns sites de download – como o 4shared – são bloqueados. Mesmo assim, durante a visita, um usuário menor de idade jogava livremente alguns jogos online.
“Acessar o YouTube faz falta”, critica o estudante Leandro Augusto, 19, sobre o fato de o filtro da internet barrar sites de vídeo. Um dos poucos jovens freqüentadores vistos pela reportagem no telecentro da Praça Benedito Calixto, Augusto não tem PC em casa e vai todo dia acessar Orkut e MSN. “Minha irmã e meus amigos também vêm aqui. Quando o pessoal sai da escola vem direto para cá”, afirmou.
O orientador Guilherme de Carvalho explica que o acesso a vídeos é bloqueado, pois esse tipo de serviço consome muita banda, o que prejudicaria o desempenho da navegação na web.
Diferença de público
Os telecentros oferecem cursos e oficinas para qualquer pessoa interessada. No entanto, entre as unidades visitadas, foi possível notar uma diferença clara entre a faixa etária dos frequentadores. Enquanto na Benedito Calixto havia muitos aposentados, em Parelheiros a concentração maior é de adolescentes e jovens.“Eu não sabia mexer, eu era uma ‘analfabeta’ em computação”, comentou Gley Gusukuma, 55, dona de casa. Frequentadora do telecentro há mais de um ano, ela já fez os cursos básico (com conceitos essenciais para usar o PC) e o de internet (que ensina a fazer buscas). “Passo minhas tardes aqui. No início dava até dor de cabeça de tanto ficar em frente ao PC.”
Boa parte dos usuários com idade avançada de Pinheiros tem computador em casa. Eles não usam o equipamento, pois os filhos, geralmente, impedem ou não tem paciência para ensinar. “Não mexe que vai dar pau” é o que dizem os filhos da aposentada Therezinha Abrahão, 69. Gley também já ouviu conversa semelhante em casa. “Não deixam eu encostar no computador. Eles [meus filhos] têm um ciúmes…”.
Therezinha, que já trabalhou como pedagoga, gosta muito das atividades do telecentro e elogiou a forma como os monitores se portam durante as aulas. “Aqui vem gente de todo o nível de compreensão e de nível social. Eles [monitores] encontram um método bem didático para explicar.”
Outra usuária do telecentro, Cristiane Fernandes, 22, mesmo já tendo conhecimentos em computação comentou a atuação dos monitores. “Eles são educados e têm muita paciência com o público mais velho.”
Escolas adotam tecnologia para tornar as aulas mais dinâmicas
fonte: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=154837&t=escolas-adotam-tecnologia-para-tornar-as-aulas-mais-dinamicas
Carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas no Brasil
Governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual (foto: Divulgação) Escolas públicas e particulares de várias cidades brasileiras adotam tecnologia para atrair a atenção dos alunos e motivar professores. Prefeituras de Florianópolis (SC), Camaçari (BA), Cidreira (RS), Barueri, Hortolândia (SP), entre outras, implantaram em suas escolas as salas de aula equipadas com os móveis escolares do Grupo Cequipel. Os espaços oferecem uma verdadeira “sala de aula do futuro” com lousas digitais, carteiras informatizadas, projetores e monitores educacionais.
As carteiras informatizadas são constituídas pelo equipamento de informática conhecido como Thin Client, monitor de LCD e teclado antivandalismo. Com regulagem de altura, o equipamento permite a utilização por usuários de várias estaturas, inclusive cadeirantes. O equipamento tem conexão à internet por meio de Wireless. A sala do também conta com a Touch Board Oppitz, uma lousa eletrônica que utiliza de interatividade por toque de caneta digital. Ideal para tornar mais interessantes aulas que utilizem planilhas, slides e apresentações.
Apesar de parecer algo longe da realidade brasileira, as carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas em diversas cidades do Brasil. O governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual, em um total de 516 laboratórios (salas) de carteiras informatizadas.
A Opptiz Soluções Tecnológicas, que faz parte do Grupo Cequipel, também equipou com as novas carteiras informatizadas os ônibus do Projeto Teclar de Inclusão Digital Itinerante, da Prefeitura de Angra dos Reis, no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro.
Carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas no Brasil
Governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual (foto: Divulgação) Escolas públicas e particulares de várias cidades brasileiras adotam tecnologia para atrair a atenção dos alunos e motivar professores. Prefeituras de Florianópolis (SC), Camaçari (BA), Cidreira (RS), Barueri, Hortolândia (SP), entre outras, implantaram em suas escolas as salas de aula equipadas com os móveis escolares do Grupo Cequipel. Os espaços oferecem uma verdadeira “sala de aula do futuro” com lousas digitais, carteiras informatizadas, projetores e monitores educacionais.
As carteiras informatizadas são constituídas pelo equipamento de informática conhecido como Thin Client, monitor de LCD e teclado antivandalismo. Com regulagem de altura, o equipamento permite a utilização por usuários de várias estaturas, inclusive cadeirantes. O equipamento tem conexão à internet por meio de Wireless. A sala do também conta com a Touch Board Oppitz, uma lousa eletrônica que utiliza de interatividade por toque de caneta digital. Ideal para tornar mais interessantes aulas que utilizem planilhas, slides e apresentações.
Apesar de parecer algo longe da realidade brasileira, as carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas em diversas cidades do Brasil. O governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual, em um total de 516 laboratórios (salas) de carteiras informatizadas.
A Opptiz Soluções Tecnológicas, que faz parte do Grupo Cequipel, também equipou com as novas carteiras informatizadas os ônibus do Projeto Teclar de Inclusão Digital Itinerante, da Prefeitura de Angra dos Reis, no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro.
Ministério argentino investe em Cloud
fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7231&sid=2
O Ministério da Educação na província de San Juan, na Argentina, adotou da NEC Corporation, um sistema para educação baseado em Cloud Computing.
O novo sistema foi desenvolvido em um data center localizado no Ministério da Educação e inclui terminais do tipo thin client dentro do Ministério assim como em 192 escolas de ensino fundamental em toda a capital de San Juan.
Os terminais e o sistema estão conectados por uma rede wireless com tecnologia Wi-Fi. O Ministro da Educação está oferecendo às escolas uma variedade de aplicações e serviços através do modelo SaaS e Desktop como Serviço (DaaS) que incluem e-mail, serviços de portais de informações, serviços de e-learning e bibliotecas virtuais.
Além disso, o sistema permite que o Ministério e cada escola participante compartilhem seguramente informações enquanto oferece programas educacionais balanceados e de alta qualidade.
Foi equipado o data center com Servidores IA, a Série de Servidores NEC Express5800 e servidores de Comunicação, UNIVERGE SV8500. O Ministério e as escolas de ensino fundamental receberam aproximadamente 400 thin clients (US110). Outro fato importante é o sistema de identificação de digitais que assegura o uso destes sistemas.
Também foi instalado uma variedade de soluções e-government na província vizinha de San Luis, incluindo as aplicações do Conjunto de Gerenciamento de Educação (EMS). Essa oferta é baseada em Cloud Computing.
Atualmente, a província de San Juan está considerando o provisionamento de sistemas similares para aproximadamente 350 escolas públicas e outros ministérios em toda a província.
O Ministério da Educação na província de San Juan, na Argentina, adotou da NEC Corporation, um sistema para educação baseado em Cloud Computing.
O novo sistema foi desenvolvido em um data center localizado no Ministério da Educação e inclui terminais do tipo thin client dentro do Ministério assim como em 192 escolas de ensino fundamental em toda a capital de San Juan.
Os terminais e o sistema estão conectados por uma rede wireless com tecnologia Wi-Fi. O Ministro da Educação está oferecendo às escolas uma variedade de aplicações e serviços através do modelo SaaS e Desktop como Serviço (DaaS) que incluem e-mail, serviços de portais de informações, serviços de e-learning e bibliotecas virtuais.
Além disso, o sistema permite que o Ministério e cada escola participante compartilhem seguramente informações enquanto oferece programas educacionais balanceados e de alta qualidade.
Foi equipado o data center com Servidores IA, a Série de Servidores NEC Express5800 e servidores de Comunicação, UNIVERGE SV8500. O Ministério e as escolas de ensino fundamental receberam aproximadamente 400 thin clients (US110). Outro fato importante é o sistema de identificação de digitais que assegura o uso destes sistemas.
Também foi instalado uma variedade de soluções e-government na província vizinha de San Luis, incluindo as aplicações do Conjunto de Gerenciamento de Educação (EMS). Essa oferta é baseada em Cloud Computing.
Atualmente, a província de San Juan está considerando o provisionamento de sistemas similares para aproximadamente 350 escolas públicas e outros ministérios em toda a província.
Regulamentação das profissões na área de informática
fonte: http://tiempresarial.blogspot.com/2010/08/regulamentacao-das-profissoes-na-area.html
Pretendo ser breve neste artigo, até porque ele é mais como informação para que todos os interessados possam acompanhar de perto o Projeto de Lei em questão que irá afetar todos que ganham a vida de alguma maneira através da Informática.
O Projeto de Lei do Senado (PLS) n°00607 que tramita desde 23/10/2007 vai regular o exercício da profissão de Analista de Sistemas e atividades relacionadas com a informática, ou seja, quem trabalha de alguma maneira em alguma atividade relacionada com a informática terá a sua vida afetada, inclusive você que ganha a vida como programador e/ou Web Designer.
Se você conhece um político, é hora de falar com ele, pois estamos em ano de eleições.
Não vou transcrever aqui os artigos do projeto. Quem tiver interesse veja o texto do projeto de Lei, na íntegra, no link relacionado no final.
Há duas correntes querendo decidir sobre como deve ser a regulamentação de quem trabalha com a informática neste país: uma é a do Projeto de Lei em questão que pretende regular a profissão através da qualificação profissional. Mas o projeto também prevê que, quem já trabalha no setor, poderá se beneficiar sem ter a qualificação. Entenda-se por qualificação profissional a formação em cursos superiores e cursos técnicos. O projeto extrapolou suas atribuições ao incluir no texto a criação dos Conselhos Nacional e Regionais de Informática, atribuição esta que é exclusiva do Presidente da República. Todavia, essa parte do texto foi retirada durante a tramitação, mas ficou a dica para o Presidente.
Tais Conselhos seriam criados nos mesmos moldes dos vários já existentes Conselhos Regionais: CRM (Conselho Regional de Medicina), CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), CRC (Conselho Regional de Contabilidade) etc.
Sendo aprovado o projeto e sancionado pelo Presidente da República, a criação dos Conselhos Regionais de Informática será inevitável. No meu modesto modo de ver, isso é uma coisa boa. Abrir-se-ão novos campos de trabalho, agora legalizados. As assistências técnicas deverão ter obrigatoriamente um Analista de Sistemas assinando seus laudos técnicos e pareceres do mesmo modo que uma farmácia precisa de um Farmacêutico responsável, do mesmo modo que um laboratório de química precisa de um Químico responsável, do mesmo modo que uma planta baixa de uma construção precisa da assinatura de um Engenheiro Civil (aliás, as construções civis, após sancionado o projeto, precisarão oficialmente das plantas de redes assinadas por um Analista), pois a Lei determina que essa atribuição é exclusiva do Analista, sendo que o Técnico pode elaborar o laudo ou o parecer, mas não pode assiná-lo (esse é o único ponto que eu tenho contra o referido projeto. Acredito que alguns pareceres o Técnico poderia assinar).
Na prática, os analistas poderão abrir seus próprios escritórios como todo bom profissional liberal.
A outra corrente, liderada pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) defende a autorregulamentação da profissão nos moldes da área de propaganda com o seu CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). A propósito, por ocasião da proibição da propaganda de cigarros nos meios de comunicações em massa (rádio, televisão etc) o CONAR e a ABIFUMO (Associação Brasileira da Indústria do Fumo) foram, na época, os dois únicos órgãos que se posicionaram contra, ou seja, queriam que as propagandas continuassem. Um Conselho de Autorregulamentação, por sua natureza, deve primar pela ética e pela defesa da sociedade. Não fosse o Ministério da Saúde, as propagandas de cigarro não estariam proibidas.
Não sou muito favorável a essa proposta de autorregulamentação na área de informática com meia dúzia de gente ditando e mudando regras como bem querem e decidindo o que é melhor ou não para mim. Acredito que, com leis e regras bem definidas, o setor ficará melhor. Até porque se um dia eu não estiver contente, mas a profissão estiver regulada pelo governo, posso recorrer ao Poder Judiciário ou ao Ministério Público (órgãos ainda de confiança neste País). É claro que, com um conselho de autorregulamentação também poderei fazer isso, mas as regras não serão bem definidas e ficará mais difícil para um Juiz decidir, em caso de pendenga judicial.
Imaginemos agora que já tenha um conselho de autorregulamentação em informática instituído neste País e que, lá pelas tantas, tenha que ser tomada uma decisão na área, decisão esta, análoga em polêmica à proibição da propaganda de cigarro, e que em vez da ABIFUMO, seja a Microsoft fazendo lobby em cima do conselho de autorregulamentação. Lembrando que a área de informática não afeta diretamente a saúde das pessoas.
A ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), organização que não prioriza o software livre, está por trás da SBC. Aliás, várias empresas associadas da ASSESPRO são conveniadas com a Microsoft.
A maior alegação da SBC e da ASSESPRO é que o projeto, se for aprovado, criará reserva de mercado. Mas isto não é verdade uma vez que já existe essa reserva de mercado e ela foi criada pelas próprias empresas do setor de TI, pois preferem contratar Analistas com curso superior e Técnicos com curso técnico.
A Aprovação do projeto será benéfica para o setor, mas um conselho de autorregulamentação trará um futuro nada promissor para o setor de informática no País.
Com a recente aprovação da medida provisória nº472/09, o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, tornou-se a prestadora exclusiva de serviços de TI aos órgãos da Administração Federal. E é público e notório que o SERPRO prioriza o software livre, sendo que até marcou sua presença na 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre-RS.
Contudo, polêmicas à parte, deixo abaixo, para você mesmo(a) decidir, o link da proposta da SBC, o link do Senado Federal onde você pode fazer o acompanhamento da matéria recebendo as tramitações no seu email e o link do site Jurisway onde tem, bem explicado, como se dá uma tramitação de um projeto de Lei (é só clicar em: Iniciar Curso).
Site da SBC: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107
Site do Senado onde você pode fazer o download do texto da Lei e clicar em: 'Selecionar para acompanhamento' para receber as movimentações no seu email:
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82918
Site JurisWay:
http://www.jurisway.org.br/v2/cursosentrar.asp?id_curso=620
Pretendo ser breve neste artigo, até porque ele é mais como informação para que todos os interessados possam acompanhar de perto o Projeto de Lei em questão que irá afetar todos que ganham a vida de alguma maneira através da Informática.
O Projeto de Lei do Senado (PLS) n°00607 que tramita desde 23/10/2007 vai regular o exercício da profissão de Analista de Sistemas e atividades relacionadas com a informática, ou seja, quem trabalha de alguma maneira em alguma atividade relacionada com a informática terá a sua vida afetada, inclusive você que ganha a vida como programador e/ou Web Designer.
Se você conhece um político, é hora de falar com ele, pois estamos em ano de eleições.
Não vou transcrever aqui os artigos do projeto. Quem tiver interesse veja o texto do projeto de Lei, na íntegra, no link relacionado no final.
Há duas correntes querendo decidir sobre como deve ser a regulamentação de quem trabalha com a informática neste país: uma é a do Projeto de Lei em questão que pretende regular a profissão através da qualificação profissional. Mas o projeto também prevê que, quem já trabalha no setor, poderá se beneficiar sem ter a qualificação. Entenda-se por qualificação profissional a formação em cursos superiores e cursos técnicos. O projeto extrapolou suas atribuições ao incluir no texto a criação dos Conselhos Nacional e Regionais de Informática, atribuição esta que é exclusiva do Presidente da República. Todavia, essa parte do texto foi retirada durante a tramitação, mas ficou a dica para o Presidente.
Tais Conselhos seriam criados nos mesmos moldes dos vários já existentes Conselhos Regionais: CRM (Conselho Regional de Medicina), CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), CRC (Conselho Regional de Contabilidade) etc.
Sendo aprovado o projeto e sancionado pelo Presidente da República, a criação dos Conselhos Regionais de Informática será inevitável. No meu modesto modo de ver, isso é uma coisa boa. Abrir-se-ão novos campos de trabalho, agora legalizados. As assistências técnicas deverão ter obrigatoriamente um Analista de Sistemas assinando seus laudos técnicos e pareceres do mesmo modo que uma farmácia precisa de um Farmacêutico responsável, do mesmo modo que um laboratório de química precisa de um Químico responsável, do mesmo modo que uma planta baixa de uma construção precisa da assinatura de um Engenheiro Civil (aliás, as construções civis, após sancionado o projeto, precisarão oficialmente das plantas de redes assinadas por um Analista), pois a Lei determina que essa atribuição é exclusiva do Analista, sendo que o Técnico pode elaborar o laudo ou o parecer, mas não pode assiná-lo (esse é o único ponto que eu tenho contra o referido projeto. Acredito que alguns pareceres o Técnico poderia assinar).
Na prática, os analistas poderão abrir seus próprios escritórios como todo bom profissional liberal.
A outra corrente, liderada pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) defende a autorregulamentação da profissão nos moldes da área de propaganda com o seu CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). A propósito, por ocasião da proibição da propaganda de cigarros nos meios de comunicações em massa (rádio, televisão etc) o CONAR e a ABIFUMO (Associação Brasileira da Indústria do Fumo) foram, na época, os dois únicos órgãos que se posicionaram contra, ou seja, queriam que as propagandas continuassem. Um Conselho de Autorregulamentação, por sua natureza, deve primar pela ética e pela defesa da sociedade. Não fosse o Ministério da Saúde, as propagandas de cigarro não estariam proibidas.
Não sou muito favorável a essa proposta de autorregulamentação na área de informática com meia dúzia de gente ditando e mudando regras como bem querem e decidindo o que é melhor ou não para mim. Acredito que, com leis e regras bem definidas, o setor ficará melhor. Até porque se um dia eu não estiver contente, mas a profissão estiver regulada pelo governo, posso recorrer ao Poder Judiciário ou ao Ministério Público (órgãos ainda de confiança neste País). É claro que, com um conselho de autorregulamentação também poderei fazer isso, mas as regras não serão bem definidas e ficará mais difícil para um Juiz decidir, em caso de pendenga judicial.
Imaginemos agora que já tenha um conselho de autorregulamentação em informática instituído neste País e que, lá pelas tantas, tenha que ser tomada uma decisão na área, decisão esta, análoga em polêmica à proibição da propaganda de cigarro, e que em vez da ABIFUMO, seja a Microsoft fazendo lobby em cima do conselho de autorregulamentação. Lembrando que a área de informática não afeta diretamente a saúde das pessoas.
A ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), organização que não prioriza o software livre, está por trás da SBC. Aliás, várias empresas associadas da ASSESPRO são conveniadas com a Microsoft.
A maior alegação da SBC e da ASSESPRO é que o projeto, se for aprovado, criará reserva de mercado. Mas isto não é verdade uma vez que já existe essa reserva de mercado e ela foi criada pelas próprias empresas do setor de TI, pois preferem contratar Analistas com curso superior e Técnicos com curso técnico.
A Aprovação do projeto será benéfica para o setor, mas um conselho de autorregulamentação trará um futuro nada promissor para o setor de informática no País.
Com a recente aprovação da medida provisória nº472/09, o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, tornou-se a prestadora exclusiva de serviços de TI aos órgãos da Administração Federal. E é público e notório que o SERPRO prioriza o software livre, sendo que até marcou sua presença na 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre-RS.
Contudo, polêmicas à parte, deixo abaixo, para você mesmo(a) decidir, o link da proposta da SBC, o link do Senado Federal onde você pode fazer o acompanhamento da matéria recebendo as tramitações no seu email e o link do site Jurisway onde tem, bem explicado, como se dá uma tramitação de um projeto de Lei (é só clicar em: Iniciar Curso).
Site da SBC: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107
Site do Senado onde você pode fazer o download do texto da Lei e clicar em: 'Selecionar para acompanhamento' para receber as movimentações no seu email:
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82918
Site JurisWay:
http://www.jurisway.org.br/v2/cursosentrar.asp?id_curso=620
Polícia Civil de MG adota thin clients
fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7215&sid=2
A Polícia Civil do estado de Minas Gerais adotou, em parceria com a Tecnoworld, a plataforma thin computing. O início da implementação dos 700 thin clients, modelo Winlight 2, nas delegacias teve inicio em 2008 com previsão de término para o final desse ano.
A mudança dos desktops convencionais para os terminais magros foi motivada principalmente pela migração do Boletim de Ocorrência (BO) no papel para o meio eletrônico.
“O BO que fazíamos na delegacia era guardado em pastas e perdíamos muito tempo para resgatar esse documento, sem contar com as pilhas de papéis arquivadas nos departamentos, o que ocupava muito espaço”, afirma Claudio Soares, Investigador da Polícia III e especialista em Gestão de Redes com Software Livre.
Com o projeto de integração do Registro Evento de Defesa Social (REDS, a substituição do BO para o meio online), que incorpora as unidades do Corpo de Bombeiro e das Polícias Civil e Militar, houve a necessidade de implementar uma plataforma web que integrasse o mesmo registro de ocorrência.
“Devido a essa integração das 3 corporações, necessitávamos de um serviço de inteligência para aumentar nossa eficiência, como por exemplo, prevenir os incidentes e obter mais precisão no monitoramento das zonas com maior índice de criminalidade. Isso aumenta o poder de gerenciamento e conseguimos colocar nas ruas as equipes de ronda nos lugares que mais necessitam”.
Processo de implementação
Toda a grande Belo Horizonte e mais 9 regiões já estão com o thin clients em operação, restando em torno de 150 unidades distribuídas nas regiões da Barbacena, Ipatinga, Teófilo Otoni, Pouso Alegre e Poços de Caldas para implementar.
“Temos pelo menos 2 terminais magros instalados em cada delegacia que já passaram pelo processo de implementação. A previsão é que no inicio de 2011 façamos uma revisão geral de funcionamento, monitoramento e atualização das máquinas”.
Outro setor a ser inserido no projeto é o administrativo. “Por enquanto, somente o departamento de operações usa os terminais magros, mas estamos elaborando um projeto para expandir também para os setores internos das delegacias do estado mineiro”, aponta Soares.
Inteligência ampliada
Após a implementação, Soares afirma que um dos pontos positivos do thin client é a economia de energia, a manutenção simplificada e um maior controle nas impressões, que agora são destinadas apenas para imprimir as ocorrências registradas pelos cidadãos.
“Nossa equipe é pequena, temos 4 policiais para fazer a manutenção em todo o estado, perdíamos muito tempo com isso. Hoje é tudo centralizado, se houver algum problema em qualquer unidade, eu consigo acessar o equipamento e arrumo o que está errado sem precisar deslocar nenhuma equipe para o local”.
Soares afirma ainda que o setor de inteligência da delegacia ganhou mais precisão analítica nas atuações criminais registradas. “Eu posso fazer uma pesquisa sobre furto de carro, por exemplo, e o sistema me traz todo o histórico desse tipo de incidente em determinada região. Nosso banco de dados está mais organizado, o que facilita nossa ação e prestação de serviço”, finaliza.
A Polícia Civil do estado de Minas Gerais adotou, em parceria com a Tecnoworld, a plataforma thin computing. O início da implementação dos 700 thin clients, modelo Winlight 2, nas delegacias teve inicio em 2008 com previsão de término para o final desse ano.
A mudança dos desktops convencionais para os terminais magros foi motivada principalmente pela migração do Boletim de Ocorrência (BO) no papel para o meio eletrônico.
“O BO que fazíamos na delegacia era guardado em pastas e perdíamos muito tempo para resgatar esse documento, sem contar com as pilhas de papéis arquivadas nos departamentos, o que ocupava muito espaço”, afirma Claudio Soares, Investigador da Polícia III e especialista em Gestão de Redes com Software Livre.
Com o projeto de integração do Registro Evento de Defesa Social (REDS, a substituição do BO para o meio online), que incorpora as unidades do Corpo de Bombeiro e das Polícias Civil e Militar, houve a necessidade de implementar uma plataforma web que integrasse o mesmo registro de ocorrência.
“Devido a essa integração das 3 corporações, necessitávamos de um serviço de inteligência para aumentar nossa eficiência, como por exemplo, prevenir os incidentes e obter mais precisão no monitoramento das zonas com maior índice de criminalidade. Isso aumenta o poder de gerenciamento e conseguimos colocar nas ruas as equipes de ronda nos lugares que mais necessitam”.
Processo de implementação
Toda a grande Belo Horizonte e mais 9 regiões já estão com o thin clients em operação, restando em torno de 150 unidades distribuídas nas regiões da Barbacena, Ipatinga, Teófilo Otoni, Pouso Alegre e Poços de Caldas para implementar.
“Temos pelo menos 2 terminais magros instalados em cada delegacia que já passaram pelo processo de implementação. A previsão é que no inicio de 2011 façamos uma revisão geral de funcionamento, monitoramento e atualização das máquinas”.
Outro setor a ser inserido no projeto é o administrativo. “Por enquanto, somente o departamento de operações usa os terminais magros, mas estamos elaborando um projeto para expandir também para os setores internos das delegacias do estado mineiro”, aponta Soares.
Inteligência ampliada
Após a implementação, Soares afirma que um dos pontos positivos do thin client é a economia de energia, a manutenção simplificada e um maior controle nas impressões, que agora são destinadas apenas para imprimir as ocorrências registradas pelos cidadãos.
“Nossa equipe é pequena, temos 4 policiais para fazer a manutenção em todo o estado, perdíamos muito tempo com isso. Hoje é tudo centralizado, se houver algum problema em qualquer unidade, eu consigo acessar o equipamento e arrumo o que está errado sem precisar deslocar nenhuma equipe para o local”.
Soares afirma ainda que o setor de inteligência da delegacia ganhou mais precisão analítica nas atuações criminais registradas. “Eu posso fazer uma pesquisa sobre furto de carro, por exemplo, e o sistema me traz todo o histórico desse tipo de incidente em determinada região. Nosso banco de dados está mais organizado, o que facilita nossa ação e prestação de serviço”, finaliza.
Escolas de San Juan entram na nuvem
fonte: http://www.i-gov.org/index.php?article=13774&visual=2
O Ministério da Educação da província de San Juan, na Argentina, implementou uma solução de computação na nuvem para disponibilizar diversos serviços às escolas locais.
Segundo avança o portal Convergência Digital, a solução implementada pelo organismo inclui terminais thin client, ligados através de uma rede wireless, dentro do próprio ministério e em 192 escolas na capital da província.
Através deste sistema o Ministério da Educação de San Juan disponibiliza serviços e aplicações via computação na nuvem como e-mail, portais de informação, serviços de eLearning e bibliotecas virtuais, num modelo de Software as a Service.
O Ministério da Educação da província de San Juan, na Argentina, implementou uma solução de computação na nuvem para disponibilizar diversos serviços às escolas locais.
Segundo avança o portal Convergência Digital, a solução implementada pelo organismo inclui terminais thin client, ligados através de uma rede wireless, dentro do próprio ministério e em 192 escolas na capital da província.
Através deste sistema o Ministério da Educação de San Juan disponibiliza serviços e aplicações via computação na nuvem como e-mail, portais de informação, serviços de eLearning e bibliotecas virtuais, num modelo de Software as a Service.
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