quarta-feira, 7 de julho de 2010

Soluções com Thin Client na Argentina

por: http://www.nec.com/global/cases/sanjuan/br/index.html


Introdução

Ministério da Educação de San Juan
Ministério da Educação de San Juan
O
 Ministério da Educação em San Juan, Argentina, é o órgão do governo responsável por criar e implementar políticas de excelência em educação.  O Ministério elabora programas educacionais equitativos e inovadores para os níveis de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação superior.
Seu objetivo é garantir um sistema de educação de qualidade que contribua para a formação integral das pessoas e para o desenvolvimento da província, formulando e implementando políticas, normas e regulamentação setorial.
A NEC entregou uma solução "Secure Cloud" para integrar e otimizar o gerenciamento da informação para o sistema de educação do Ministério.  Ao utilizar Virtualização de Desktop e Telefonia IP, esta solução melhora a eficiência no gerenciamento de processos administrativos e acadêmicos nas instituições educacionais.  Fornece também aos usuários um acesso rápido e fácil à internet, email, compartilhamento de arquivos através de portais web e ao serviço de telefonia VoIP (Voice over Internet Protocol).

Desafío

O Ministério da Educação, que emprega metade dos funcionários públicos da região, elabora programas educacionais para mais de 40 por cento dos residentes em San Juan.  O gerenciamento da informação dentro da organização era ineficaz e impedia a tomada de decisões por parte dos administradores.
O sistema inteiro era complexo, inconsistente - os usuários utilizavam tipos diferentes de computadores e uma variedade de sistemas operacionais - isso demandava excessiva manutenção.  A infraestrutura precisava ser simplificada.  O Ministério requisitou uma solução de rede de voz e dados para conectar com mais eficácia o escritório principal com as 192 escolas.  A fim de melhorar o acesso à informação, o Ministério precisou reavaliar e dinamizar seus processos administrativos, para então projetar um novo sistema de gerenciamento da informação que suportasse os processos atualizados.  Melhorar a segurança era também uma prioridade para o Ministério.  Para isto, o órgão solicitou uma solução integrada de controle de acesso biométrico para prover maior segurança às áreas de processamento de dados e desenvolvimento.  A efetivação desta solução baseado em uma arquitetura de cliente-servidor obsoleta, assim como a expansão de funcionalidades na infraestrutura de TI poderiam gerar impactos negativos em termos de serviços e tempo de resposta aos usuários.

Solução

Imagem da Escola de San Juan
Imagem da Escola de San Juan
Em resposta às necessidades únicas do Ministério da Educação, a NEC entregou a solução "Secure Cloud" que utiliza a virtualização de desktops (Virtual PC Center: VPCC) e telefonia IP (UNIVERGE) - ambas baseadas em Data Centers.  Como este foi o primeiro projeto de virtualização para o Ministério, havia preocupações naturais, uma vez que envolvia um trabalho de integração em larga escala e novos softwares.
"A equipe da NEC estava muito comprometida em colaborar com o nosso pessoal de TI.  Nós nos sentimos muito confortáveis com o seu trabalho" disse Gustavo Quiroga, Gerente de Projetos do Ministério da Educação em San Juan.  "Nós trabalhamos em cooperação tão estreita que às vezes era difícil distinguir entre os recursos internos e os da NEC!"
Esta solução do tipo "Cloud", personalizada para o Ministério da Educação, provê a segurança e a economia de custos das metodologias DaaS (Desktop as a Service = Desktop como serviço), SaaS (Software as a Service = Sorftware como serviço) e PaaS (Platform as a Service = Plataforma como serviço) com sistemas hospedados em um moderno Data Center.
Cada escola está conectada pela rede com o Ministério da Educação e os seus escritórios de gerenciamento por meio do Servidor de Comunicações UNIVERGE SV8500 da NEC.  Este servidor de aplicação de padrão aberto pode suportar soluções de voz, comunicações unificadas e mobilidade para dezenas a milhares de usuários.
O software Education Management Suite (EMS) da NEC é o componente central.  Ele serve como ferramenta para melhorar a eficiência dos processos existentes.  O software EMS fornece a estudantes, professores, diretores, equipe administrativa e pais, uma solução eficiente para suportar o avanço na educação.  Baseado em aplicações personalizadas, os processos administrativos e educacionais podem agora confiar em novas ferramentas para maximizar o uso dos computadores e da Internet para finalidades educacionais.  A solução "Secure Cloud" da NEC garante que aplicações para governo eletrônico, contabilidade, folhas de pagamento, documentos digitalizados, bolsas de estudo, identificação biométrica, treinamento, web site e serviço de email estejam sempre disponíveis.
Para melhorar a segurança dos dados e minimizar a manutenção, todo o hardware e software "back-end" são adequadamente mantidos no Data Center da NEC.  Esta solução de DaaS, SaaS e PaaS elimina o tempo de interrupção do sistema e reduz os investimentos em Data Centers mantidos localmente.
A segurança de dados foi aprimorada integrando-se o controle de acesso biométrico entre o Ministério da Educação e as unidades de gerenciamento.  O sistema monitora o horário e a presença nas áreas do centro de processamento de dados e de desenvolvimento.   A substituição da miríade de computadores em toda a organização por uma solução de virtualização garante uma plataforma de computação segura e simplifica o gerenciamento das estações de trabalho.  O terminal US110 "Thin Client" fornece áudio e vídeo de alta velocidade e qualidade sem a manutenção física dos computadores típicos.
photo:Fabian RossiFabián Rossi
Gerente de Programa IT
NEC Argentina
"A implantação, seguindo as metodologias exigentes do Instituto de Gestão de Projetos (Project Management Institute = PMI) levou um ano" comentou Fabián Rossi, Gerente de TI da NEC Argentina.  "Nós planejamos a implantação para coincidir precisamente com a mudança do Ministério da Educação ao seu novo Centro Cívico.  Nós queríamos controlar eficientemente a implantação para permitir ao nosso cliente maximizar seu investimento".
Devido à extensão do projeto, a implantação foi realizada em diversos estágios.   "A implantação foi bem sucedida.  Nós ficamos satisfeitos pois cada fase foi terminada sem atrasos" declarou Gustavo Quiroga.
"Problemas são comuns na implantação em grande escala de mudanças na infraestrutura, mas foram resolvidos apropriadamente.  Eu fiquei muito satisfeito com o serviço e o desempenho da NEC".
Por causa da facilidade de gerenciamento, o Ministério manterá o sistema com os recursos internos pré-existentes.  Gustavo Quiroga acrescentou "Os gerentes de TI melhoraram seus conhecimentos sobre virtualização graças ao treinamento da NEC e ao trabalho lado a lado durante todos os dias que envolveram a execução do projeto".

Resultado

Professores que aprendem a operar os "Thin Clients"
Professores que aprendem a operar os "Thin Clients"
A NEC entregou uma solução de rede "fim-a-fim" para 400 estações de trabalho em 192 escolas e escritórios administrativos.  A racionalização dos processos e da infra-estrutura reduziu significativamente os custos de manutenção e simplificou o gerenciamento da tecnologia de informação (TI).  A solução de virtualização de desktops melhora a manutenção e o desempenho dos computadores, enquanto reduz seu custo de aquisição.  Melhorias em integração e mobilidade são possíveis com as estações de trabalho virtuais.
"Nós conseguimos aumentar significativamente o número de desktops disponíveis" mencionou Gustavo Quiroga.  "Nós fomos surpreendidos, pois o número de usuários aumentou, no entanto o número de pedidos de manutenção pelo usuário final diminuiu consideravelmente.  O gerenciamento é muito mais simples agora".
"O objetivo do projeto era diminuir o tempo de resposta, melhorar a transparência na gestão e aprimorar os serviços à comunidade" acrescentou Gustavo Quiroga.  "Agora nós podemos fazer tudo isso eficazmente.  Além disso, oferecemos valiosas ferramentas de análise de informação para a melhor tomada de decisão por parte da administração."
Atualmente, o Ministério da Educação analisa estender a rede de voz e dados para incorporar, aproximadamente, outras 350 escolas.  Esta expansão irá incorporar "Thin Clients" e telefones para as demais escolas da província.

Sobre o Ministério da Educação

O Ministério da Educação em San Juan, Argentina é um órgão do governo responsável por criar e implementar as políticas para a excelência em educação.  O Ministério elabora programas educacionais equitativos e inovadores para os níveis de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação superior.  Seu objetivo é garantir um sistema de educação de qualidade que contribua para a formação integral das pessoas e para o desenvolvimento da província, formulando e implementando políticas, normas e regulamentação setorial.

Pão de Açúcar investe R$ 12 milhões em rede de thin clients

por: http://www.tiinside.com.br/30/06/2010/pao-de-acucar-investe-r-12-milhoes-em-thin-client/ti/189066/news.aspx

O grupo Pão de Açúcar iniciou um projeto para a substituição de todas as estações de trabalho da empresa por thin clients, computadores tem poucos ou nenhum aplicativo instalado. Previsto para ser concluído em 2012, a rede varejista vai investiir R$ 12 milhões na compra de 10,5 mil thin clients. 

Segundo o diretor de TI do Pão de Açúcar, Alexandre Vasconcellos, o plano prevê a aquisição de 3,5 mil thin clients por ano, sendo que nesta primeira etapa serão substituídos os PCs das lojas. Entre os benefícios esperados com a mudança, o executivo cita o baixo custo de administração de TI e de hardware, a facilidade de proteção dos dados, baixo consumo de energia e o menor consumo de largura de banda da rede. 

Vasconcellos diz que o Pão de Açúcar estima obter uma economia de energia elétrica da ordem de R$ 4,5 milhões neste ano, cifra que deve subir para R$ 13 milhões em 2012, quando forem implantados todos os equipamentos. A fornecedora dos thin clients é a Wyse e a integradora é a CPM Braxis. 

Sem revelar o orçamento da área de TI do grupo para este ano, o executivo adianta que outros dois projetos estão em fase de implantação na empresa. Um deles, iniciado no ano passado, é a instalação e integração do software Oracle Retail, voltado para aumentar a eficiência operacional e reduzir custos do estoque da companhia. 

A primeira fase desse projeto envolve o abastecimento de mercadorias com base na demanda, ou seja, por meio do software a companhia poderá prever a demanda das lojas para maior precisão no processo de reposição de estoque. "Nosso nível de estoque ainda é muito alto, temos mais mercadorias do que precisamos", admite Vasconcellos. 

Nesta primeira fase, o projeto começou a ser implantado em cinco hipermercados da rede, abrangendo apenas a área de vendas de produtos para animais. Gradativamente, explica o executivo, o sistema será levado para outros departamentos dos hipermercados. "Com isso, conseguimos de 70% a 75% de acuracidade na previsão da demanda", afirma o executivo. A meta é que todas as áreas tenham o sistema de precisão da demanda instalado em um ano e meio. A segunda fase do projeto de implantação do Oracle Retail envolverá a gestão dos centros de distribuição e da logística, e, na terceira e última fase, será feita a integração com os fornecedores. "O objetivo é reduzir de 25% a 30% o nível dos nossos estoques", enfatiza Vasconcellos. 

Outro projeto da área de TI é o de etiquetas eletrônicas de preço. Implantado inicialmente na loja modelo do Pão de Açúcar no Shopping Iguatemi, o sistema foi expandido para duas lojas de Brasília, uma no hipermercado Extra e outra do supermercado Pão de Açúcar. No total, 64 mil etiquetas eletrônicas estão em funcionamento nas duas unidades. O projeto, segundo Vasconcellos, permitiu acabar com a emissão de 600 mil etiquetas de preço de papel por ano, que eram utilizadas nas duas lojas. 

Entre as barreiras para a adoção de etiquetas eletrônicas nas demais lojas, o executivo cita o preço elevado da tecnologia, por ser importada. Para resolver esse problema, os varejistas estão discutindo no âmbito da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) a possibilidade de desenvolver um fornecedor nacional de etiquetas eletrônicas. "Todas as lojas verdes que serão abertas pela empresa já serão inauguradas com as etiquetas eletrônicas", adiantou Vasconcellos.

HP lança portfólio de infraestrutura

por: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=6854&sid=29

A HP apresenta o seu portfólio de infraestrutura para redesenhar os ambientes de computação e simplificar o gerenciamento, aumentar a segurança e melhorar a experiência do usuário.

O HP Client Infrastructure Services simplifica o gerenciamento e aumenta a produtividade enquanto reduz o risco de negócio. A companhia desenvolve uma estratégia com a segmentação de usuário final, adota uma abordagem de ciclo de vida para a mudança e sugere um modelo de desenho híbrido que inclui uma mistura de PCs novos e tradicionais, desktops virtuais e virtualização de aplicativos.

Os serviços aceleram a mudança para novos sistemas operacionais e garantem uma transição tranquila, com o mínimo de interrupção. Eles incluem a Segmentação de usuário final, que identifica candidatos para desktops tradicionais versus virtuais, analisando segmentos de usuário final em relação a requisitos de tipo, cenários de uso, aplicativos e desempenho. 

Racionalização de aplicativos, que simplifica o gerenciamento e reduz os custos no portfólio de aplicativo, resolve questões de compatibilidade e encontra oportunidades para a infraestrutura de desktop virtual e distribuição de aplicativos.

E o Gerenciamento integrado de clientes, que acelera a implantação e reduz o tempo gasto em gerenciamento contínuo com a automação da migração para clientes virtuais ou tradicionais junto com a atualização de dispositivos e de software.

As feramentas ajudam os clientes a realizarem a virtualização mais rapidamente com serviços especializados focados em tecnologias de cliente, armazenamento e servidor da HP, VMware, Citrix e Microsoft. Já o Gerenciamento simplificado para HP Thin Clients inclui o HP TeemTalk 7.2 e o HP Device Manager (HPDM. 

As atualizações para o portfólio de soluções incluem o HP ProLiant WS460c G6 Workstation Blade, um cliente remoto dedicado que oferece o desempenho e a escalabilidade para projetos de virtualização 3D exigidos pelos setores de manufatura e de empresas de petróleo&gás. 

Tecnologia permite poupança

por: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Aveiro&Option=Interior&content_id=1609846


A escola EB2,3 de Aradas, em Aveiro, é pioneira na instalação da tecnologia Thin Client que permite uma poupança em gastos energéticos e em licenças para os computadores. O segredo consiste apenas numa máquina ligada a um servidor interno.

Depois de ter sido a primeira escola a instalar um software para gestão integrada, contribuindo para uma melhor gestão pedagógica e administrativa, eliminando a circulação de dinheiro, através de um cartão personalizado, a EB2,3 de Aradas, Aveiro, volta a destacar-se. Desta feita, por causa de uma tecnologia, o Thin Client, que permite poupança energética acima da média. 

Pode parecer estranho, mas é simples. O equipamento, uma caixa parecida com um modem, é ligado ao monitor e substituiu o tradicional CPU (Unidade Central de Processamento). Como está ligado a um servidor universal, evita a aquisição de licenças de utilização para todos os computadores, basta uma.

“Estes equipamentos têm quase as mesmas funções que um computador normal. A única diferença é que podem não ser tão potentes, mas em contrapartida permitem poupar dinheiro em licenças e manutenção”, explicou José Marta, vice-presidente do Agrupamento de Escolas.

Mas há também poupança energética. “Um computador normal gasta, em média, por hora, 250 watts, enquanto que os Thin Client não gastam mais do que cinco”, esclareceu o professor, acrescentando que “numa sala com 30 computadores, poupa-se mais de 6000  watts/hora”.

Os Thin Client, tecnologia utilizada há cerca de um ano e meio na EB2,3 de Aradas, “Não obriga à manutenção como os outros computadores, pois quando há um problema, troca-se o equipamento e volta-se a ter computador para utilizar”, afiançou Paulo Abreu, director do agrupamento. Uma outra mais-valia prende-se com a poupança “em ar condicionado”. Neste momento a EB2,3 de Aradas tem apenas 15 equipamentos Thin Client, num universo que ronda os 80 computadores. “Temos os equipamentos nas salas de informática e na biblioteca, não os podemos deitar fora”, disse o director, garantindo que “o objectivo é, no futuro, termos apenas este sistema e com ele conseguir contribuir para uma poupança.

Cius – o Tablet da Cisco

por: http://pplware.sapo.pt/informacao/cius-o-tablet-da-cisco/


Cius é direccionado para o mundo empresarial e não é visto como concorrente directo do iPad
Efeitos da crise mundial ou não, o certo é que cada vez mais se vêm mais as empresas a entrar em novos segmentos de negócio, a serem mais competitivas a nível de  mercado e como consequente, a comercializar outros tipos de equipamento.
Vemos a HP a querer ser líder de networking num prazo de 3 anos, a Cisco a vender servidores (blades)…é a concorrência.
Recentemente, a Cisco apresentou também o Cius, um tablet PC ou mais concretamente um “virtual desktop client for cloud computing
Este novo equipamento, apresentado pelo CEO John Chamber, no evento Cisco Live que está a acontecer em Las vegas-EUA, vem equipado com o sistema operativo Android, ecrã de 7” e suporte para vídeo HD.
Além das características referidas, vem ainda equipado com uma câmara de 5 Mpx, processador Atom da Intel a 1,6 Ghz 32GB de memória flash, pesa menos de 500 gramas e tem suporte para as tecnologias 3G, Wifi (a/b/g/n) e Bluetooth. O Cius tem já também suporte para 4G.

Segundo Tony Bates, vice-presidente sénior e gerente geral do segmento enterprise, comercial e pequenos negócios da Cisco referiu em comunicado “Cisco Cius mostra como a rede está a alterar a forma como vivemos, trabalhamos, aprendemos e nos divertimos”.
Bates acredita que o Cius pode ajudar a transformar a forma com que profissionais de saúde actuam com seus pacientes, como docentes expõem conteúdos, etc.

Mas qual a diferença deste tablet para outros já existentes no mercado?
Além de vir com o sistema operativo Android e de ter acesso ao Android Market, o Cius distingue-se pela qualidade de software que vem de origem que permite integrações com outros serviços ( Cisco Quad, Show and Share, o WebEx, Presença e Telepresença, etc) a vários níveis.




Outra das características é a dock station que pode ser adquirida a parte, permitindo que este seja usado como um thin client.



O Cisco Cius será testado em projectos pilotos com alguns clientes no terceiro trimestre e deve estará disponível no mercado a partir do início de 2011.


TI tem papel central na redução de CO2e, defende especialista

por: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/06/30/ti-tem-papel-central-na-reducao-de-co2e-defende-especialista/

A tecnologia responde por 1,4% da emissão dos gases de efeito estufa, mas suas soluções podem contribuir com 34,3% do potencial de redução.



Da emissão global de gases efeito estufa, ou CO2 equivalente, 1,4% vem da tecnologia da informação, sendo 34% com servidores e infraestrutura, 9% com impressoras e 57% com PCs e monitores, segundo dados apresentados por Renata Serra, diretora da Booz & Co.  De 52 Gigatoneladas de CO2e de emissões projetadas para 2020, a consultoria estima um potencial de redução de 22 GTons, dos quais 8 GTons poderiam ser cortados graças ao uso de tecnologias da informação.
Melhorias gerais nos ambientes de processamento podem gerar economias de até 40% no consumo de eletricidade, por meio do somatório de ganhos obtidos em soluções como virtualização de servidores (10% a 35%), sistemas de gerenciamento de força em PC e servidores (4% a 8%), melhorias na refrigeração de data centers (até 10%), entre outros.
A consolidação de data centers é capaz de gerar 75% de economia de energia no ar-condicionado e de 40% no total do ambiente; enquanto thin clients prometem menos 25% de gastos com energia.
A lista de tecnologias indutoras de diminuição de pegada de carbono da consultora inclui, ainda, desligamento de equipamentos não utilizados, compra de equipamentos recicláveis e a reciclagem de consumíveis, impressão dupla face, teleconferência e cabeamento de energia. Aliás, essa última questão é um problema futuro para muitas empresas. “Por enquanto, há quilômetros e quilômetros de cabo escondidos debaixo dos pisos. Um dia, vamos ter que lidar com eles”, advertiu o diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar, Alexandre Vasconcellos.

Ele lembrou, também, que as discussões em curso sobre pagamento móvel poderiam evoluir para a emissão de notas fiscais eletrônicas para o consumidor, por exemplo, nos celulares. Medida, contudo, que exigiria mudanças na legislação. A mobilidade é ferramenta importante para evitar deslocamentos, na opinião do diretor de TI do Itaú, João Bezerra. Ele adianta que o banco está estimulando internamente a troca de celulares para modelos inteligentes, para que muitas operações possam ser executadas remotamente.

Outras soluções, dessa vez na área de consumo de combustível, envolvem, segundo Renata, sistemas de gerenciamento de frota e para controle de gasto de combustível. “Transporte é igual cigarro; agora, virou uma arma contra a gente: quem ainda acha politicamente correto fumar?”, perguntou o CIO da General Motors do Brasil, Claudio Martins, presente ao encontro sobre sustentabilidade promovido hoje, em São Paulo, pelo Itaú. “Mas, carro, para mim, é um vetor de liberdade”, diz ele, que aposta no uso do etanol como solução para o futuro do transporte no Brasil. “Essa ideia do carro elétrico, se todo mundo pensa que vai ter um, a coisa não é assim. A bateria é cara, a tecnologia é cara. Mas o Brasil tem o álcool.”

O CIO destacou, ainda, o uso dos GPS para indicar trajetos mais curtos ou com menos congestionamentos. Além disso, na indústria automobilística ele lembra que a tecnologias da informação permite reduzir, por exemplo, de 5 toneladas para 2 toneladas a quantidade de material usado em crash test (testes de impacto). 

Itaú promove debate sobre tendências de TI verde no Brasil e no mundo

por: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=123174


Edição 2010 do Sustentabilidade em Pauta - encontro promovido periodicamente pela instituição financeira - ocorreu hoje com o objetivo de discutir e difundir ações, desafios e resultados na área de tecnologia sustentável. Participaram GM, Pão de Açúcar e Booz & Company.

São Paulo - O Itaú Unibanco realizou no dia 30 de junho (quarta-feira), a 6ª edição do Sustentabilidade em Pauta, evento que tem como objetivo levantar, debater e disseminar questões relacionados a sustentabilidade ambiental, social e econômica. O tema escolhido para a primeira edição do evento em 2010 foi TI Verde – cases nos setores de indústria, varejo e serviços.

O encontro reuniu a diretora de tecnologia da informação da Booz & Company, Renata Serra; o diretor de Infraestrutura e Operações de TI do Itaú Unibanco, João Bezerra Leite; o diretor de Tecnologia da Informação da General Motors para o Mercosul, Cláudio Martins; e Alexandre Vasconcellos, diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar.

Os principais pontos abordados foram.: Booz & Company: Renata Serra, diretora da prática de tecnologia da informação da Booz & Company - Renata Serra, diretora da prática de tecnologia da informação da Booz & Company, abriu o Sustentabilidade em Pauta abordando as diferenças entre as tendências mundiais e as práticas aplicadas no Brasil. Padrões que são utilizados em diferentes regiões do mundo, como a certificação RoHS (Ásia e Europa), e a EPEAT (EUA), que soma os selos RoHS e EnergyStar, ainda não fazem parte da realidade brasileira de forma generalizada. “Os governos tem papel importante para a disseminação de práticas de TI Verde na medida em que são grandes consumidores de tecnologia e podem exigir padrões sustentáveis de produção aos fabricantes. Dessa maneira, lideram e disseminam a cultura sustentável para o setor”, completa ela.

Renata ressalta que as práticas sustentáveis na área de tecnologia devem estar inseridas na governança das empresas. “Iniciativas isoladas não geram resultados tão positivos quanto uma prática estruturada possibilita. É um campo repleto de oportunidades e, para aproveitá-las, é preciso desenvolver políticas de controle, além de meios para gerir fornecedores e mensurar resultados”, afirma Renata. A principal oportunidade, aponta ela, é na economia de energia, que pode chegar a 40%, além da área de TI ser uma importante alavanca para melhorar as ações de sustentabilidade nas empresas e na sociedade como um todo

Itaú Unibanco: João Bezerra Leite, diretor de Infraestrutura e Operações de TI do Itaú Unibanco - O diretor de Infraestrutura e Operações de TI do Itaú Unibanco, João Bezerra Leite, apresentou as principais ações do banco na área de tecnologia sustentável e os resultados decorrentes dessas atitudes. Dentre as principais ações está o descarte responsável de lixo eletrônico. Do início de 2009 até agora, a instituição recolheu mais de 220 toneladas de e-lixo por meio do programa interno “Descarte Sustentável”, atingindo a marca de 98% de reaproveitamento do material coletado.

Com medidas como a consolidação e virtualização de servidores, a troca gradativa de monitores de tubo (CRT) para LCD; a utilização de desktops virtuais; a aquisição de equipamentos mais eficientes; e a redução de deslocamentos com uso de ferramentas tecnológicas o Itaú economizou, somente em 2009, mais de 1900 megawatt/hora e deixou de emitir 92 toneladas de CO2.

As principais metas para 2010 são expandir a capacidade do data center em proporção maior que o consumo de energia elétrica (Next Generation Data Center); disseminar tecnologias que ampliem o conceito green workplace, reduzindo deslocamentos por meio de soluções tecnológicas; estabelecer com fornecedores processos consistentes para descarte e reciclagem de equipamentos; e estimular o desenvolvimento de aplicativos verdes.

Grupo Pão de Açúcar: Alexandre Vasconcellos, diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar - A substituição dos PCs por estações Thin Clients está entre as ações de TI Verde apresentadas por Alexandre Vasconcellos, diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar, durante o Sustentabilidade em Pauta.

A tecnologia resulta em menor largura de banda de rede, baixa dissipação de calor e baixo consumo de energia. Com isso, o grupo economizará R$ 4,5 milhões somente em 2010 e prevê economia de R$ 13 milhões até 2013. “A nossa meta é realizar a substituição de 100% dos equipamentos até 2012”, afirma Vasconcellos.

O uso de etiquetas eletrônicas ao invés das tradicionais reduziu drasticamente a utilização de papel e impressoras, além de evitar diferenças de preços nos pontos de vendas nas três lojas em que a tecnologia foi implementada. Duas em Brasília e uma em São Paulo. Vasconcellos também ressaltou como principal desafio a mudança de cultura interna para realizar o abastecimento das lojas com base na previsão da demanda, diminuindo os volumes de mercadorias estocadas e a eventual falta de produtos nas gôndolas, além de otimizar os processos de compras e de logística integrada.

GM: Cláudio Martins, diretor de Tecnologia da Informação da General Motors para o Mercosul- O case apresentado por Cláudio Martins, diretor de Tecnologia da Informação da General Motors para o Mercosul, destaca a ação realizada pela companhia para diminuir a quantidade de impressões realizadas por seus colaboradores. Os números são impressionantes. Em 2002, eram impressas 52 milhões de páginas em 1600 equipamentos de diferentes tipos. O diagnóstico mostrou que faltava gestão e sobrava desperdício de recursos, como energia, papel e tinta.

A solução adotada pela montadora foi o desenvolvimento de um processo de gestão com o objetivo de otimizar a impressão de documentos. Entre as medidas, a aquisição de equipamentos mais modernos e em menor quantidade, o estabelecimento de meta de redução de 22% na quantidade de impressões e criação de relatório que aponta tipo e quantia de documentos impressos por usuário e departamento. Uma verdadeira mudança de cultura que resultou em economia de quatro milhões de kWh de energia.

Pão de Açúcar adota thin clients

por: http://www.gabrielantunes.com.br/?p=1359


O Grupo Pão de Açúcar iniciou agora em 2010 a substituição de todos os seus desktops por thin clients e também já iniciou sua experiência com o Oracle Retail, visando o abastecimento do estoque com base na previsão da demanda.
Além disso, o Grupo Pão de Açúcar também está trabalhando no desenvolvimento de um fornecedor nacional de etiquetas eletrônicas.
De acordo com informações do Grupo, 10.500 estações de trabalho serão substituídas por thin clients da Wyse até 2012. Para isso, o Grupo investiu cerca de R$ 12 milhões.
A substituição gerará uma economia de R$ 4,5 milhões em gastos com energia elétrica em 2010 e totalizando R$ 13 milhões em 2013.
Cada um destes thin clients consome cerca de 15W por hora, dissipa apenas 0,38kW de calor por mês e tem uma vida útil de 10 anos.
Já o uso das etiquetas eletrônicas nas gôndolas dos produtos elimina a necessidade de imprimir as etiquetas em papel e economiza horas de trabalho.

Pão de Açúcar: 100% thin client até 2012

por: http://www.baguete.com.br/noticias/hardware/01/07/2010/pao-de-acucar-100-thin-client-ate-2012


O Pão de Açúcar vai trocar todos seus 10,5 mil computadores de mesa por thin clients da Wyse até 2012, com um investimento total de R$ 12 milhões.
De acordo com reportagem da Computerworld, a alteração representará uma economia de R$ 4,5 milhões em energia elétrica já em 2010, chegando a R$ 13 milhões em 2013.
Cada thin client, consome 15W por hora, tem vida útil de dez anos e dissipa 0,38 kW por mês de calor, em comparação a, respectivamente, 250 W/hora, cinco anos e 17 kW/mês de um PC normal.
A rede varejista planeja ainda aumentar o uso de e-etiquetas nas lojas e da solução Oracle Retail na gestãode compras. 


Maurício Renner - quinta-feira, 01/07/2010 - 09:54

Pão de Açúcar quer fornecedor local de etiquetas eletrônicas

por: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/06/30/pao-de-acucar-adota-thin-clients-e-sistema-para-reduzir-estoques-1/

Grupo participa de esforço da Abras para desenvolver um fornecedor local de etiquetas eletrônicas mais baratas, em busca de sustentabilidade operacional.



O Grupo Pão de Açúcar começou este ano a troca de todos seus desktops por thin clients, está envolvido no esforço setorial de desenvolver um fornecedor nacional de etiquetas eletrônicas, para ampliar seu uso no país, e iniciou as primeiras experiências com o Oracle Retail para abastecimento com base na previsão da demanda (e não de históricos ou da intuição dos gerentes), que promete reduzir de 25% a 30% seu estoque. Todas as iniciativas buscam dar sustentabilidade ambiental à operação, de acordo com o diretor de tecnologia da informação do grupo, Alexandre Vasconcellos. 
Ao todo, 10,5 mil estações de trabalho vão dar lugar a thin clients, adquiridos da Wyse, dos quais 3,5 mil unidades por ano, entre 2010 e 2012, em um investimento total de 12 milhões de reais.  A medida vai representar uma economia de energia elétrica de 4,5 milhões de reais este ano, chegando a 13 milhões de reais em 2013. Cada thin client, avalia o diretor de TI, consome 15W por hora, tem vida útil de dez anos e dissipa 0,38 kW por mês de calor, em comparação a, respectivamente, 250 W/hora, cinco anos e 17 kW/mês.

O uso das etiquetas eletrônicas nas gôndolas, prática que elimina papel impresso e muitas horas de trabalho manual, foi testado na loja do Iguatemi, em São Paulo, e este ano se estendeu a Brasília, em uma loja do hipermercado Extra, com 12 mil metros quadrados, e do Pão de Açúcar, com 2.150 metros quadrados. No primeiro, 50 mil etiquetas eletrônicas evitam a impressão de 32 mil versões em papel por mês, e, no segundo, 14 mil e-etiquetas, dispensam 16 mil impressões mensais, num total de 600 mil etiquetas que não serão impressas em um ano.

A difusão da e-etiquetas para outras lojas, contudo, vai depender de queda nos preços da solução, explica Vasconcellos. Ele conta que o grupo de trabalho de inovação e tecnologia da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que inclui outros varejistas, como Carrefour e WalMart, quer desenvolver um fornecedor nacional com escala suficiente para reduzir o custo atual da solução. Por enquanto, o Pão de Açúcar importa as etiquetas eletrônicas da França por meio da SES e da Pricer. “Se apenas um hipermercado consome 50 mil etiquetas, e há mais de cem no País, estamos falando de uma escala, no mínimo, só de hipermercado, de 5 milhões”, diz o executivo.

O investimento mais caro, contudo, ainda não totalmente estimado, está nos processos desdobrados do Oracle Retail. Os pilotos do novo modelo de abastecimento, baseado em modelos matemáticos que trabalham com previsões de demanda, estão sendo feitos inicialmente com produtos da linha pet (para animais de estimação). Semana que vem, é a vez das frutas, num processo gradativo que prevê um ano e meio (meados de 2011) para cobrir todos os itens à venda pelo Grupo. Além da meta de reduzir de 25% a 30% na cobertura de estoque, com menos perdas, a mudança no abastecimento já registrou uma queda drástica, de até 80%, nos casos de produtos procurados e não disponíveis pelos clientes.

O sistema da Oracle está operacional desde janeiro de 2009. A primeira fase, em curso, é o abastecimento com base na previsão de demanda; a segunda será a implantação da gestão das centrais de distribuição e da cadeia logística de transporte; e a terceira, a sofisticação – gestão de margens, promoções, marketing, etc. O diretor de TI do Grupo esperar ter concluído tudo em 2012.  Os projetos de tecnologia para ação mais sustentável foram apresentados hoje (30), em Sâo Paulo, em evento sobre TI verde promovido pelo banco Itaú.

Biometria: tecnologia começa a virar realidade nas empresas

por: http://bloggrupotba.com.br/blog/2010/06/biometria-tecnologia-comeca-a-virar-realidade-nas-empresas/


Nos próximos anos, o mercado deve acompanhar uma explosão no uso de biometria. A expectativa é a de que empresas dos mais diversos setores adotem tecnologias que identificam as pessoas a partir de traços físicos ou comportamentais, com o intuito de incrementar os recursos de validação de usuários e os de segurança da informação.

As versões mais convencionais da tecnologia biométrica usam informações provenientes da impressão digital, topografia facial (relevo do rosto), estrutura da íris, desenho das mãos, mapa das veias sanguíneas, análise da voz e reconhecimento da grafia e de digitação. Mas em seu estágio mais avançado, chegam a  interpretar padrões de movimento – forma de caminhar, por exemplo –, odor e  até o formato das orelhas.
As vantagens da verificação de identidade com base na coleta e processamento de dados biométricos, quando comparadas às tecnologias tradicionais de identificação como o uso de senhas, cartões magnéticos e PINs, não são poucas. A biometria não só exige que o usuário esteja fisicamente presente no local de validação, como dispensa o uso de dispositivos auxiliares e a lembrança de senhas. Dan Miller, analista sênior e fundador da empresa californiana Opus Research Biometrics (especializada no reconhecimento de voz) vai direto ao ponto: os sistemas tradicionais de verificação usam como base o que o usuário tem ou sabe. Na biometria a questão passa a ser “quem a pessoa é”.
Atualmente, há uma extensa variedade de  situações em que o uso de técnicas de identificação biométrica já é possível, segundo Maxine Most,  diretora da empresa de inteligência de mercado Acuity, para quem a maior expansão do setor deve ocorrer entre 2009 e 2017. Período no qual  os sistemas biométricos deverão alcançar um faturamento anual de 11 bilhões ao ano, com um ritmo médio de crescimento anual de 19,69%.
No setor público, segundo Maxine, uma das principais utilidades das soluções biométricas  hoje tem sido como parte do sistema para gerenciamento de fronteiras. Já no mercado privado, o grande vetor do crescimento está relacionado à disponibilidade cada vez maior de  celulares equipados com recursos para compartilhamento de  informações, requisição e pagamento de serviços e emissão de tíquetes como notas fiscais e ingressos eletrônicos.
“Tudo isso vai demandar soluções biométricas”, afirma Maxine,  “não apenas para conectar dispositivos, mas também para a execução de operações de alto risco e/ou transações de valor elevado”. Ela lembra ainda que já existem no mercado uma série de celulares com algum item de aferição biométrica.
Outro exemplo claro, segundo a especialista, é o uso da biometria para restringir o acesso a prontuários médicos.
Pesquisa recente realizada pela Unisys, revela que o exponencial crescimento no furto de identidade e as novas regulamentações que demandam mais segurança em situações de identificação individual serão os grandes impulsionadores do mercado de biometria no mundo. Por outro lado, a diretora da Acuity reconhece que o avanço desse mercado foi atrasado, ao longo dos últimos anos, por conta de um emprego inadequado das soluções,  de limitações tecnológicas e eventuais violações de direitos civis e de privacidade.
Outro fator que deve ser solucionado pelos fornecedores de soluções biométricas – e que deve colaborar para a disseminação das tecnologias – é a melhoria no preço e na confiabilidade dos dispositivos utilizados para captura, que já começam a ser implementados em computadores, smartphones, equipamentos de ponto de venda, caixas eletrônicos, veículos e até em eletrodomésticos.
Para responder a essa possível demanda, a própria indústria de soluções biométricas começa a se movimentar. O setor, que sempre esteve fragmentado na mão de uma série de empresas especializadas,  vive uma fase de consolidação. E a explicação para isso é óbvia: os fornecedores querem estar preparados para a oferta de soluções completas.  Algumas empresas já estão em um movimento acelerado, como a L-1 Identity Solutions, companhia norte-americana fundada em 2006 e que atua com soluções voltadas a evitar o furto de identidade e combater o terrorismo.
Recentemente, o grupo incorporou a fornecedora de sistemas de identificação baseada em impressão digital Viisage Systems que, por sua vez, pouco antes tinha absorvido a Iridian, reconhecida pela oferta de uma tecnologia para reconhecimento de íris.
Barreiras à implementação
Do lado das empresas que avaliam a utilização de soluções biométricas, os gestores de TI responsáveis pelos projetos precisam estar preparados para enfrentar alguns obstáculos. O primeiro deles é conseguir o tempo e o dinheiro necessários para cadastrar e credenciar os usuários. “Existe uma oposição natural à possibilidade de criação de uma extensa base de dados pessoais centralizada”, avisa Maxine, da Acuity. Ainda de acordo com ela, a saída encontrada por alguns departamentos de tecnologia para reverter essa situação é utilizar a identificação anônima; adotar a criptografia para o envio de informações; e modelos de armazenamento distribuído.
Ant Allen, analista do Gartner, afirma que essa aversão ao uso da biometria também pode ter origem em questões culturais. No Japão, por exemplo, a identificação de impressões digitais não é 100% aceita, pois parte da população do país rejeita a possibilidade de contato físico com os dispositivos. Como solução, a rede bancária daquele país optou pelo mapeamento das veias da mão nos caixas automáticos.
O respeito à privacidade também representa outra origem dos problemas com projetos de biometria. Allen cita como exemplo o uso de tecnologias para reconhecimento da retina e da íris. “Essas soluções podem revelar a existência de patologias que as pessoas não têm o desejo de tornar públicas”, pontua o analista do Gartner.
A usabilidade é outro fator bastante relevante. Allen diz que, no caso da identificação por meio de impressão digital, sempre existe uma parcela da população que esbarra em problemas de leitura do sistema, devido ao tipo de pele. “A introdução de soluções alternativas para essas pessoas pode ser interpretada como discriminatória”, ressalta o especialista. Ele cita o caso de um cliente para o qual teve de encontrar uma solução que atendesse a seis usuários dentro de um grupo de aproximadamente mil pessoas.
Em termos de uso, o registro do mapa da íris desponta como a solução que gera menos problemas após a implementação. Mesmo assim, nem sempre é possível obter uma imagem de qualidade, explica  Allen. “Eu, por exemplo, tenho pálbebras pesadas. Para poder registrar a íris tenho de afastá-las com os dedos”, exemplifica o especialista. “Funcionar, funciona. Mas é inconveniente”, completa.
Outro procedimento que parece funcionar na maioria dos casos, mas também está sujeito  falhas relacionadoas ao ambiente  é o mapeamento da estrutura de vasos sanguíneos. “Um fornecedor experimentou essa técnica com mineradores de carvão. Nesse caso, o carbono presente nos dedos bloqueou a imagem”, pontua o analista do Gartner. Em contrapartida, ele lembra que essa técnica funciona em situações adversas como no caso dos profissionais que precisam fazer a identificação utilizando luvas cirúrgicas.
Larry Nathanson, diretor de TI do setor de emergências do hospital norte-americano Beth Israel Deaconess Medical Center, ligado à escola de medicina de Harvard, relata que optou pelo  sistema de identificação digital depois de constatar a dificuldade de médicos e enfermeiros do pronto-socorro para inserir senhas nos tablets utilizados para registro e consulta de informações dos pacientes. “Quando eles conseguiam digitar as letras, números e símbolos na tela do equipamento já havia passado tanto tempo que valia mais a pena tomar notas em um bloco de papel”, cita o executivo.
Com o intuito de substituir o mecanismo de senhas para acesso aos tablets, a primeira saída de Nathanson foi testar um sistema de leitura de digitais, que não se mostrou muito eficiente. Assim que o usuário encostava o dedo no leitor, o sistema entrava em modo de identificação, comparando a digital a uma série de registros. Após essa fase era realizado o login aos aplicativos na web e, terminado esse processo, a solução passava a rodar em modo de “verificação”. Caso outro integrante da equipe do pronto-socorro encostasse o dedo no leitor, o aplicativo verificava primeiro a hipótese de ser o mesmo usuário de antes. Não sendo, estágios extras começavam a ser adicionados à rotina. Resultado: para fazer o login, o processo levava de 30 a 60 segundos, não menos que o tempo demandado para digitar a senha.
O diretor de TI conta que, após a tentativa frustrada, deparou-se com um sistema adequado às necessidades do hospital, oferecido pela norte-americana BioKey, baseado em uma arquitetura de thin-client que realiza a identificação direto no servidor. “Com a solução, é só encostar o dedo no leitor”, pontua Nathanson.  “A identificação acontece de forma mais rápida e segura do que o uso de senhas”, completa.
Quanto menor a interação, melhor
De acordo com Maxine, da Acuity, sistemas que não exigem o contato físico e que realizem a leitura passiva – como no caso do reconhecimento de íris e da topografia facial – tendem a ser melhor sucedidos por serem independentes da ação do usuário e estarem menos sujeitos a problemas de higiene.
“A autenticação biométrica que não demandar nenhuma ação por parte do usuário, como posicionar-se de determinada maneira ou ter contato físico com o leitor, será aceita de forma mais rápida”, comenta a especialista.
Ela cita que recentemente acompanhou o lançamento de uma tecnologia que trava as portas por meio da leitura de digitais. “Isso não funciona para uma mãe de família que esteja carregando uma criança ou compras. Seria mais fácil realizar a leitura de íris”, afirma.
O engenheiro de redes e técnico de software do Bates County Memorial Hospital, Daniel Cook, conta que descobriu, na prática, os problemas com sistemas de leitura de impressão digital. A solução que era utilizada para registrar a permanência e o tráfego de funcionários da entidade muitas vezes negava o acesso a determinadas áreas para usuários autorizados, por conta de sujeiras ou fissuras na pele dos dedos. A alternativa encontrada foi adotar a identificação pelo mapeamento de veias, fornecido pela Fujitsu.
Cook destaca que os 350 funcionários do hospital utilizam oito dispositivos de verificação. “O usuário exibe a mão para uma tela, que realiza a leitura das veias. O que é mais higiênico”, explica o executivo, citando ainda que o sistema tem se mostrado mais rápido e preciso do que a leitura de digitais. De acordo com o diretor, uma outra alternativa analisada foi a identificação da íris. “Mas a diferença absurda de preços me desencorajou”.
Os especialistas apontam, no entanto, que o futuro da biometria está na integração de diversas modalidades. Allen, do Gartner, cita que o reconhecimento de voz representa uma alternativa procurada por muitas empresas para complementar soluções tradicionais de biometria, como impressão digital. No caso da voz, a solução pode ser utilizada para identificar os usuários de um call center ou para redefinir senhas.
Dan Miller, da Opus, concorda que, nos últimos dois anos, os fornecedores de sistemas de reconhecimento de voz posicionam cada vez mais suas soluções como complemento a outras modalidades e para “atender a determinadas legislações que exigem a existência de dupla aferição”.
Fonte: Computerworld

Conheça os fabricantes emergentes presentes no Brasil



por: http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69371


Em busca de diferenciais tecnológicos alinhados às principais tendências de TI, CRN Brasil lista 18 fabricantes que prometem oportunidades
A CRN nunca se pautou por dizer o óbvio. Então, iremos descartar toda a explanação sobre a atual rapidez dos ciclos de tecnologia e a importância do posicionamento inovador, que, a essas alturas, devem ser bem compreendidas pelos leitores. Vamos ao que interessa. Nas mudanças radicais de mercado que vivemos, por que é que os canais não antecipam às tendências e saem à procura de novas marcas para trabalhar?
Fornecedores tradicionais costumam ser reativos ao mercado, correndo atrás das inovações e, quando não conseguem, compram uma start up. É uma política consagrada e, na verdade, não há nada de mal nisso. Mas, por que não se antecipar e descobrir onde estão as tecnologias que irão chacoalhar o mercado nos próximos anos?
Para aplacar essas dúvidas, a reportagem de CRN Brasil elaborou uma lista das marcas emergentes no mercado de tecnologia. Usamos todo o conhecimento acumulado sobre os paradigmas que cercam o setor de TI, além de nosso foco extremo na importância do canal como fomentador dessa cadeia produtiva. Confira a relação e corra para seu próximo parceiro.
1) Aruba Networks
Site: www.arubanetworks.com
Ano de fundação: 2002
Principal produto: soluções de wireless LAN para mobilidade empresarial;
Diferencial: pacote completo para adoção de mobilidade, com escalabilidade, segurança e centrada no usuário;
Clientes-alvo: empresas que precisam de grandes coberturas sem fio e têm muitos funcionários que trabalham em mobilidade;
Atuais parcerias no Brasil: há cerca de 40, entre elas: MCP Informática, ISH informática, First Tech, Telesul, Synergy, Symmetry e Morphus;
Parceiro de venda ideal: revendas, integradores e distribuidores que trabalham com soluções de networking e mobilidade.
2) NetgearSite: www.netgearpower.com.br
Ano de fundação: 1996
Principal produto: a empresa tem uma linha completa, mas as soluções de business networking têm se destacado no mercado;
Diferencial: confiança na tecnologia, lançamentos constantes e preço acessível têm conquistado clientes no mundo todo;
Clientes-alvo: empresas de qualquer tamanho que precisem de soluções de conectividade;
Parceiro de venda ideal: revendas autorizadas, canais especializados em networking, lojas online e varejo.
3) 2X Software
Site: www.2x.com
Ano de fundação: 2004
Principal produto: thin client e application server voltados à cloud computing;
Diferencial: unir conceitos consolidados de virtualização com a nova onda da computação em nuvem;
Clientes-alvo: empresas de todo porte que queiram centralizar o processamento e o gerenciamento da TI, enxugando custos da área;
Atuais parcerias no Brasil: não há;
Parceiro de venda ideal: qualquer canal que tenha clientes procurando corte de custos e que não temam a cloud computing.
4) Fast Soft Site: www.fastsoft.com
Ano de fundação: 2006
Principal produto: soluções para acelerar o uso da Web;
Diferencial: a tecnologia da empresa dá ganhos de velocidade que chegam a 500%, em alguns casos;
Clientes-alvo: empresas com operações de e-business, loja virtual ou grande uso da web para troca de dados;
Atuais parcerias no Brasil: distribuída com exclusividade pela Allier, que conta com 10 revendas;
Parceiro de venda ideal: canais com clientes que usam largamente a web ou que queiram aumentar o portfólio de soluções para e-business.
5) F5 Networks
Site: www.f5networks.com.br
Ano de fundação: 1996
Principal produto: linha completa para Application Delivery Networking;
Diferencial: gerenciamento facilitado da distribuição de cargas dos aplicativos e controles para menor consumo da infraestrutura;
Clientes-alvo: empresas com grandes estruturas de TI;
Atuais parcerias no Brasil: cerca de 50. Em setembro, o programa de canais foi reformulado;
Parceiro de venda ideal: canais voltados ao mercado corporativo.
6) Ruckus WirelessSite: www.ruckuswireless.com
Ano de fundação: 2004
Principal produto: sistemas para wireless LAN e triple-play em telecomunicações;
Diferencial: a ampla gama de produtos e o foco na convergência de mídias baseada em redes sem fio;
Clientes-alvo: grandes e médias empresas com necessidade de mobilidade, operadoras de telecom e possíveis players futuros de convergência, IPTV etc;
Atuais parcerias no Brasil: cerca de 10;
Parceiro de venda ideal: canais com foco em médias empresas e que queiram aumentar o portfólio com uma marca típica da convergência digital.
7) RiverbedSite: www.riverbed.com/br/
Ano de fundação: 2002
Principal produto: soluções de aceleração de rede WAN;
Diferencial: combinação sob uma única marca de aceleração de protocolos, redução de carga e otimização das aplicações que trafegam na rede;
Clientes-alvo: empresas que utilizam WAN e querem agilizar o tráfego de dados com uma solução completa;
Atuais parcerias no Brasil: cerca de 10 revendas, mas com expansão prevista;
Parceiro de venda ideal: canais que possam investir em capacitação para ter soluções de WAN e trabalhar nesse mercado de alto valor agregado.
8) Teneros
Site: www.teneros.com
Ano de fundação: 2003
Principal produto: solução para recuperação de dados em ambiente Microsoft Exchange e outros produtos para continuidade dos negócios;
Diferencial: traz maior confiabilidade, tem instalação mais rápida e preço mais competitivo que os cluster usados normalmente;
Clientes-alvo: médias e grandes empresas que usam a plataforma Exchange como ferramenta de troca de informações estratégicas;
Atuais parcerias no Brasil: cerca de 10;
Parceiro de venda ideal: integradores e revendas com foco em médias e grandes corporações.
9) IoSafeSite: www.iosafe.com
Ano de fundação: 2004
Principal produto: IoSafe Solo, HD externo com sistemas de segurança;
Diferencial: solução de segurança e disaster recovery com proteção radical contra fogo e água, sem que o revestimento comprometa o resfriamento;
Clientes-alvo: pequenas e médias empresas que precisam de storage seguro para documentos, imagens e vídeo;
Atuais parcerias no Brasil: vendas pela representação regional www.iosafe.com.br
Parceiro de venda ideal: canais que trabalham com produtos para segurança de dados, com clientes potenciais em empresas que geram demanda por storage.
10) Acumatica
Site: www.acumatica.com
Ano de fundação: 2006
Principal produto: suíte integrada de gerenciamento de software e ERP web-based;
Diferencial: foco em integrar o ERP e os softwares corporativos com a plataforma web, sem que isso pareça oportunismo de late adopter;
Clientes-alvo: pequenas e médias empresas que entraram na onda do ERP já na consolidação da web;
Atuais parcerias no Brasil: não há;
Parceiro de venda ideal: integradores voltados ao mundo dos sistemas de gestão e com foco em pequenas e médias empresas.
11) Adaptive PlanningSite: www.adaptiveplanning.com
Ano de fundação: 2003
Principal produto: soluções "on-demand" para orçamento, planejamento e reporting;
Diferencial: oferta de um dos principais módulos de gerenciamento para as empresas no formato de SaaS (software como serviço);
Clientes-alvo: empresas que já passaram a fase do ERP e estão interessadas em diminuir custos na gestão financeira;
Atuais parcerias no Brasil: ODE Peopleware;
Parceiro de venda ideal: integradores familiarizados com os sistemas de gestão e com clientes que queiram apostar em SaaS.
12) Alloy Software
Site: www.alloy-software.com
Ano de fundação: 2002
Principal produto: Alloy Navigator, uma solução de gerenciamento da TI baseada nos princípios do ITIL. Há outros softwares de controle de infraestrutura de TI.
Diferencial: adequar naturalmente a complexidade da governança do ITIL em uma solução de controle da TI.
Clientes-alvo: grandes e médias empresas que são pressionadas de alguma forma para ter governança de nível mundial em TI;
Atuais parcerias no Brasil: AGTech e Targetware;
Parceiro de venda ideal: integradores e revendas de valor agregado que possuem intimidade com ITIL.
13) Aster Data SystemsSite: www.asterdata.com
Ano de fundação: 2005
Principal produto: Aster nCluster, um banco de dados analítico em SQL;
Diferencial: grande poder de escalabilidade e capaz de rodar em cluster de servidores comuns;
Clientes-alvo: grandes empresas com data warehouse e data centers;
Atuais parcerias no Brasil: não há;
Parceiro de venda ideal: provedores de soluções com foco em banco de dados de grande porte.
14) Atalasoft
Site: www.atalasoft.com
Ano de fundação: 2000
Principal produto: Vizit SP, solução de visualização de documentos para SharePoint e o DotImage;
Diferencial: adiciona facilidades para o SharePoint lidar com imagens e possui amplo um kit de ferramentas para desenvolvedores .NET;
Clientes-alvo: empresas que começam a usar plataformas de troca de informações e colaboração baseadas no SharePoint;
Atuais parcerias no Brasil: Iteris e alguns desenvolvedores .NET;
Parceiro de venda ideal: provedores de soluções de colaboração.
15) ZmandaSite: www.zmanda.com
Ano de fundação: 2005
Principal produto: Zmanda Recovery Manager para MySQL e Zmanda Cloud Backup;
Diferencial: soluções de backup específicas para a nova aquisição da Oracle e para o emergente mercado de cloud computing do Amazon S3;
Clientes-alvo: pequenas e médias empresas que adotam tais soluções de banco de dados e cloud;
Atuais parcerias no Brasil: alguns desenvolvedores Linux trabalham com o produto;
Parceiro de venda ideal: canais que tenham afinidade com cloud e software livre e com clientes no SMB.
16) GloStream
Site: www.glostream.com
Ano de fundação: 2005
Principal produto: gloEMR, registros médicos eletrônicos;
Diferencial: adota o padrão Microsoft Office e, nos Estados Unidos, tem feito um bom trabalho com VARs;
Clientes-alvo: empresas do setor de saúde que precisam de maior controle de dados clínicos e processos internos;
Atuais parcerias no Brasil: não há;
Parceiro de venda ideal: canais com atuação no segmento de saúde.
17) Eucalyptus SystemsSite: www.eucalyptus.com
Ano de fundação: 2006
Principal produto: Eucalyptus Enterprise;
Diferencial: software open source para criação de nuvem nas empresas, facilidade de integração com soluções Amazon e Vmware;
Clientes-alvo: pequenas, médias e grandes empresas que queiram contruir suas nuvens em soluções open-source;
Atuais parcerias no Brasil: não há;
Parceiro de venda ideal: canais e desenvolvedores com foco em cloud computing.
18) Akorri Networks
Site: www.akorri.com
Ano de fundação: 2005
Principal produto: BalancePoint, para gerenciamento de infraestrutura virtualizada;
Diferencial: analisa através de várias camadas da virtualização e silos da estrutura para medir e melhorar o funcionamento do sistema;
Clientes-alvo: médias e grandes empresas que precisam de maior controle na virtualização.
Atuais parcerias no Brasil: Syrix e Mainline (parceria global);
Parceiro de venda ideal: canais que trabalham com soluções para operações críticas e virtualização.

por Gilberto Pavoni Junior, especial para CRN Brasil
23/06/2010