fonte: http://www.crmg.com.br/caso.php?id=5
O TC-NET M desenvolvido e fabricado pela ThinNetworks é um dos thin clients mais rápidos e baratos do mercado. Possui uma alta taxa de atualização de vídeo, é capaz de executar aplicativos locais sem comprometer o desempenho do equipamento e tem suporte à recursos multimídias.
O Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) uma das mais conceituadas faculdades de Brasília, substituiu computadores convencionais por thin clients e reduziu custos com aquisição de hardware, manutenção e energia elétrica.
Cenário:
O IESB utilizava em seu departamento administrativo computadores convencionais. Para cada novo funcionário era necessária uma nova estação de trabalho com CPU, monitor, mouse e teclado. Com isso, os gastos com energia elétrica, manutenção e aquisição de hardware eram excessivos.
Implantação:
A solução thin client TC-NET M foi apresentada à Álvaro Rondom, gerente de redes da faculdade por um revendedor ThinNetworks no Distrito Federal. Após alguns testes com a solução, Álvaro decidiu implantar o TC-NET M em todo o setor administrativo da faculdade, que necessitava manter maior o controle dos aplicativos sem comprometer o desempenho das estações de trabalho.
Resultados / Cenário Atual:
Hoje o IESB possui em torno de 60 estações com TC-NET M, conectados a um servidor de terminais com o XP Unlimited Enterprise. Ao substituir PC’s convencionais por thin clients houve uma economia de 70% de energia elétrica e 90% em manutenção.
As soluções thin client da ThinNetworks são recomendadas por Álvaro Rondom: “São soluções que proporcionam melhor performance e controle dos aplicativos nas estações de trabalho”.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Conhece os telecentros? UOL Tecnologia mostra como eles funcionam em SP
fonte: http://lucianacristina.wordpress.com/2010/08/22/conhece-os-telecentros-uol-tecnologia-mostra-como-eles-funcionam-em-sp/
Para o adolescente que xaveca uma menina, ele é apenas um meio para tentar se aproximar dela – seja por meio de “scraps” no Orkut ou mensagens diretas no Twitter. Para a senhora de idade, que quer enviar o primeiro e-mail, é uma oportunidade de renovar conceitos, pois antes ela só enviava cartas escritas à mão. Apesar das necessidades bem distintas, é em espaços como os telecentros onde se reúnem usuários dos mais diferentes níveis de conhecimento sobre computadores e internet.
Para mostrar o funcionamento desses locais que promovem a inclusão digital para alguns ou pesquisa e diversão para outros, o UOL Tecnologia visitou dois telecentros em regiões da cidade de São Paulo que figuram nas duas pontas do ranking de IDH-M (Índice de desenvolvimento humano municipal) da cidade. As unidades escolhidas foram o telecentro da Benedito Calixto (Pinheiros; entre os melhores IDH-M) e o telecentro de Parelheiros (extremo sul da capital; entre os piores IDH-M) (confira imagens do telecentro da Praça Benedito Calixto, em São Paulo).
Além dos índices de desenvolvimento, há dois aspectos em que os telecentros apresentam discrepância: a facilidade (ou dificuldade) de acesso e o tipo de público.
No caminho para chegar até o telecentro de Parelheiros (que fica no mesmo local da sede da subprefeitura) há vários locais pouco urbanizados e com muitas árvores. Parece uma viagem para o interior de São Paulo. Em comparação, no de Pinheiros, nenhuma novidade para o paulistano: muitos prédios e muito trânsito. Quanto aos freqüentadores, o primeiro local é “point” de jovens internautas, enquanto o segundo tem os aposentados como seu principal público.
Tirando as diferenças, ambos têm exatamente a mesma estrutura: contam com uma impressora e 20 estações thin clients (15 utilizadas para cursos e oficinas e o restante para uso livre). No dia da visita, em Pinheiros, três máquinas estavam desativadas, enquanto na de Parelheiros havia duas.
As visitas
Em Parelheiros, a reportagem do UOL Tecnologia não se identificou – fez a visita no dia 13 de agosto como se fosse um usuário convencional, e não um jornalista. Ao chegar lá, foi necessário apresentar o RG e comprovante de residência. Após poucos minutos, a atendente liberou a máquina que poderia ser usada por uma hora – caso não haja mais pessoas na fila, o uso pode ser prolongado.
O primeiro susto foi com a tela inicial do sistema, que não se parecia em nada com aquela vista diariamente: a maioria das unidades usa uma licença Linux como sistema operacional padrão. Mas, apesar das diferenças com a plataforma Windows, o ambiente gráfico se mostrou bem amigável. Na área de trabalho há os principais aplicativos utilizados. Há também um menu parecido com o “Iniciar” do Windows, que reúne outras aplicações próprias da distribuição, como calculadora e visualizador de imagens.
A suíte de escritório BrOffice (pacote equivalente ao Office, que reúne programas de edição de texto, planilhas, apresentação, etc) é pouco usada no mercado de trabalho. Porém, as interfaces dos programas — ao menos até a versão 2003 do Office – são bem parecidas. “Nas minhas explicações sempre falo como seria [o procedimento ensinado] no Windows”, conta o orientador Guilherme de Carvalho, 19, que trabalha no telecentro da Benedito Calixto. A visita identificada ao local foi realizada no dia 18 de agosto. Acompanhada de um fotógrafo, a reportagem entrevistou o monitor e também usuários da unidade.
Espetar um pendrive no thin client e ele não funcionar de primeira pode fazer com que você perca a paciência – e é algo que os usuários dos telecentros já devem esperar. Caso o sistema operacional não tenha reconhecido o pendrive, será necessário reiniciar a máquina. Modelos mais novos são executados e reconhecidos normalmente pelo sistema.
Nos telecentros, é possível imprimir documentos: cada pessoa tem uma cota de impressão de duas folhas por dia.
O que pode e o que não pode
Redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut são liberadas. O Windows Live Messenger também, só que o acesso é feito por meio de uma versão para Linux do mensageiro chamada “emesene”. Na área de trabalho há até um ícone do Gaim, programa mensageiro multiprotocolo que suporta MSN, Yahoo, ICQ e outros. Porém, na unidade de Parelheiros, o software não funcionou.
Sites que contenham pornografia, aplicações em flash pesadas (comum em jogos online) e alguns sites de download – como o 4shared – são bloqueados. Mesmo assim, durante a visita, um usuário menor de idade jogava livremente alguns jogos online.
“Acessar o YouTube faz falta”, critica o estudante Leandro Augusto, 19, sobre o fato de o filtro da internet barrar sites de vídeo. Um dos poucos jovens freqüentadores vistos pela reportagem no telecentro da Praça Benedito Calixto, Augusto não tem PC em casa e vai todo dia acessar Orkut e MSN. “Minha irmã e meus amigos também vêm aqui. Quando o pessoal sai da escola vem direto para cá”, afirmou.
O orientador Guilherme de Carvalho explica que o acesso a vídeos é bloqueado, pois esse tipo de serviço consome muita banda, o que prejudicaria o desempenho da navegação na web.
Diferença de público
Os telecentros oferecem cursos e oficinas para qualquer pessoa interessada. No entanto, entre as unidades visitadas, foi possível notar uma diferença clara entre a faixa etária dos frequentadores. Enquanto na Benedito Calixto havia muitos aposentados, em Parelheiros a concentração maior é de adolescentes e jovens.“Eu não sabia mexer, eu era uma ‘analfabeta’ em computação”, comentou Gley Gusukuma, 55, dona de casa. Frequentadora do telecentro há mais de um ano, ela já fez os cursos básico (com conceitos essenciais para usar o PC) e o de internet (que ensina a fazer buscas). “Passo minhas tardes aqui. No início dava até dor de cabeça de tanto ficar em frente ao PC.”
Boa parte dos usuários com idade avançada de Pinheiros tem computador em casa. Eles não usam o equipamento, pois os filhos, geralmente, impedem ou não tem paciência para ensinar. “Não mexe que vai dar pau” é o que dizem os filhos da aposentada Therezinha Abrahão, 69. Gley também já ouviu conversa semelhante em casa. “Não deixam eu encostar no computador. Eles [meus filhos] têm um ciúmes…”.
Therezinha, que já trabalhou como pedagoga, gosta muito das atividades do telecentro e elogiou a forma como os monitores se portam durante as aulas. “Aqui vem gente de todo o nível de compreensão e de nível social. Eles [monitores] encontram um método bem didático para explicar.”
Outra usuária do telecentro, Cristiane Fernandes, 22, mesmo já tendo conhecimentos em computação comentou a atuação dos monitores. “Eles são educados e têm muita paciência com o público mais velho.”
Para o adolescente que xaveca uma menina, ele é apenas um meio para tentar se aproximar dela – seja por meio de “scraps” no Orkut ou mensagens diretas no Twitter. Para a senhora de idade, que quer enviar o primeiro e-mail, é uma oportunidade de renovar conceitos, pois antes ela só enviava cartas escritas à mão. Apesar das necessidades bem distintas, é em espaços como os telecentros onde se reúnem usuários dos mais diferentes níveis de conhecimento sobre computadores e internet.
Para mostrar o funcionamento desses locais que promovem a inclusão digital para alguns ou pesquisa e diversão para outros, o UOL Tecnologia visitou dois telecentros em regiões da cidade de São Paulo que figuram nas duas pontas do ranking de IDH-M (Índice de desenvolvimento humano municipal) da cidade. As unidades escolhidas foram o telecentro da Benedito Calixto (Pinheiros; entre os melhores IDH-M) e o telecentro de Parelheiros (extremo sul da capital; entre os piores IDH-M) (confira imagens do telecentro da Praça Benedito Calixto, em São Paulo).
Além dos índices de desenvolvimento, há dois aspectos em que os telecentros apresentam discrepância: a facilidade (ou dificuldade) de acesso e o tipo de público.
No caminho para chegar até o telecentro de Parelheiros (que fica no mesmo local da sede da subprefeitura) há vários locais pouco urbanizados e com muitas árvores. Parece uma viagem para o interior de São Paulo. Em comparação, no de Pinheiros, nenhuma novidade para o paulistano: muitos prédios e muito trânsito. Quanto aos freqüentadores, o primeiro local é “point” de jovens internautas, enquanto o segundo tem os aposentados como seu principal público.
Tirando as diferenças, ambos têm exatamente a mesma estrutura: contam com uma impressora e 20 estações thin clients (15 utilizadas para cursos e oficinas e o restante para uso livre). No dia da visita, em Pinheiros, três máquinas estavam desativadas, enquanto na de Parelheiros havia duas.
As visitas
Em Parelheiros, a reportagem do UOL Tecnologia não se identificou – fez a visita no dia 13 de agosto como se fosse um usuário convencional, e não um jornalista. Ao chegar lá, foi necessário apresentar o RG e comprovante de residência. Após poucos minutos, a atendente liberou a máquina que poderia ser usada por uma hora – caso não haja mais pessoas na fila, o uso pode ser prolongado.
O primeiro susto foi com a tela inicial do sistema, que não se parecia em nada com aquela vista diariamente: a maioria das unidades usa uma licença Linux como sistema operacional padrão. Mas, apesar das diferenças com a plataforma Windows, o ambiente gráfico se mostrou bem amigável. Na área de trabalho há os principais aplicativos utilizados. Há também um menu parecido com o “Iniciar” do Windows, que reúne outras aplicações próprias da distribuição, como calculadora e visualizador de imagens.
A suíte de escritório BrOffice (pacote equivalente ao Office, que reúne programas de edição de texto, planilhas, apresentação, etc) é pouco usada no mercado de trabalho. Porém, as interfaces dos programas — ao menos até a versão 2003 do Office – são bem parecidas. “Nas minhas explicações sempre falo como seria [o procedimento ensinado] no Windows”, conta o orientador Guilherme de Carvalho, 19, que trabalha no telecentro da Benedito Calixto. A visita identificada ao local foi realizada no dia 18 de agosto. Acompanhada de um fotógrafo, a reportagem entrevistou o monitor e também usuários da unidade.
Espetar um pendrive no thin client e ele não funcionar de primeira pode fazer com que você perca a paciência – e é algo que os usuários dos telecentros já devem esperar. Caso o sistema operacional não tenha reconhecido o pendrive, será necessário reiniciar a máquina. Modelos mais novos são executados e reconhecidos normalmente pelo sistema.
Nos telecentros, é possível imprimir documentos: cada pessoa tem uma cota de impressão de duas folhas por dia.
O que pode e o que não pode
Redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut são liberadas. O Windows Live Messenger também, só que o acesso é feito por meio de uma versão para Linux do mensageiro chamada “emesene”. Na área de trabalho há até um ícone do Gaim, programa mensageiro multiprotocolo que suporta MSN, Yahoo, ICQ e outros. Porém, na unidade de Parelheiros, o software não funcionou.
Sites que contenham pornografia, aplicações em flash pesadas (comum em jogos online) e alguns sites de download – como o 4shared – são bloqueados. Mesmo assim, durante a visita, um usuário menor de idade jogava livremente alguns jogos online.
“Acessar o YouTube faz falta”, critica o estudante Leandro Augusto, 19, sobre o fato de o filtro da internet barrar sites de vídeo. Um dos poucos jovens freqüentadores vistos pela reportagem no telecentro da Praça Benedito Calixto, Augusto não tem PC em casa e vai todo dia acessar Orkut e MSN. “Minha irmã e meus amigos também vêm aqui. Quando o pessoal sai da escola vem direto para cá”, afirmou.
O orientador Guilherme de Carvalho explica que o acesso a vídeos é bloqueado, pois esse tipo de serviço consome muita banda, o que prejudicaria o desempenho da navegação na web.
Diferença de público
Os telecentros oferecem cursos e oficinas para qualquer pessoa interessada. No entanto, entre as unidades visitadas, foi possível notar uma diferença clara entre a faixa etária dos frequentadores. Enquanto na Benedito Calixto havia muitos aposentados, em Parelheiros a concentração maior é de adolescentes e jovens.“Eu não sabia mexer, eu era uma ‘analfabeta’ em computação”, comentou Gley Gusukuma, 55, dona de casa. Frequentadora do telecentro há mais de um ano, ela já fez os cursos básico (com conceitos essenciais para usar o PC) e o de internet (que ensina a fazer buscas). “Passo minhas tardes aqui. No início dava até dor de cabeça de tanto ficar em frente ao PC.”
Boa parte dos usuários com idade avançada de Pinheiros tem computador em casa. Eles não usam o equipamento, pois os filhos, geralmente, impedem ou não tem paciência para ensinar. “Não mexe que vai dar pau” é o que dizem os filhos da aposentada Therezinha Abrahão, 69. Gley também já ouviu conversa semelhante em casa. “Não deixam eu encostar no computador. Eles [meus filhos] têm um ciúmes…”.
Therezinha, que já trabalhou como pedagoga, gosta muito das atividades do telecentro e elogiou a forma como os monitores se portam durante as aulas. “Aqui vem gente de todo o nível de compreensão e de nível social. Eles [monitores] encontram um método bem didático para explicar.”
Outra usuária do telecentro, Cristiane Fernandes, 22, mesmo já tendo conhecimentos em computação comentou a atuação dos monitores. “Eles são educados e têm muita paciência com o público mais velho.”
Escolas adotam tecnologia para tornar as aulas mais dinâmicas
fonte: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=154837&t=escolas-adotam-tecnologia-para-tornar-as-aulas-mais-dinamicas
Carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas no Brasil
Governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual (foto: Divulgação) Escolas públicas e particulares de várias cidades brasileiras adotam tecnologia para atrair a atenção dos alunos e motivar professores. Prefeituras de Florianópolis (SC), Camaçari (BA), Cidreira (RS), Barueri, Hortolândia (SP), entre outras, implantaram em suas escolas as salas de aula equipadas com os móveis escolares do Grupo Cequipel. Os espaços oferecem uma verdadeira “sala de aula do futuro” com lousas digitais, carteiras informatizadas, projetores e monitores educacionais.
As carteiras informatizadas são constituídas pelo equipamento de informática conhecido como Thin Client, monitor de LCD e teclado antivandalismo. Com regulagem de altura, o equipamento permite a utilização por usuários de várias estaturas, inclusive cadeirantes. O equipamento tem conexão à internet por meio de Wireless. A sala do também conta com a Touch Board Oppitz, uma lousa eletrônica que utiliza de interatividade por toque de caneta digital. Ideal para tornar mais interessantes aulas que utilizem planilhas, slides e apresentações.
Apesar de parecer algo longe da realidade brasileira, as carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas em diversas cidades do Brasil. O governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual, em um total de 516 laboratórios (salas) de carteiras informatizadas.
A Opptiz Soluções Tecnológicas, que faz parte do Grupo Cequipel, também equipou com as novas carteiras informatizadas os ônibus do Projeto Teclar de Inclusão Digital Itinerante, da Prefeitura de Angra dos Reis, no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro.
Carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas no Brasil
Governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual (foto: Divulgação) Escolas públicas e particulares de várias cidades brasileiras adotam tecnologia para atrair a atenção dos alunos e motivar professores. Prefeituras de Florianópolis (SC), Camaçari (BA), Cidreira (RS), Barueri, Hortolândia (SP), entre outras, implantaram em suas escolas as salas de aula equipadas com os móveis escolares do Grupo Cequipel. Os espaços oferecem uma verdadeira “sala de aula do futuro” com lousas digitais, carteiras informatizadas, projetores e monitores educacionais.
As carteiras informatizadas são constituídas pelo equipamento de informática conhecido como Thin Client, monitor de LCD e teclado antivandalismo. Com regulagem de altura, o equipamento permite a utilização por usuários de várias estaturas, inclusive cadeirantes. O equipamento tem conexão à internet por meio de Wireless. A sala do também conta com a Touch Board Oppitz, uma lousa eletrônica que utiliza de interatividade por toque de caneta digital. Ideal para tornar mais interessantes aulas que utilizem planilhas, slides e apresentações.
Apesar de parecer algo longe da realidade brasileira, as carteiras informatizadas já estão presentes em mais de mil escolas em diversas cidades do Brasil. O governo de Santa Catarina começou a instalar 3.096 carteiras na rede pública estadual, em um total de 516 laboratórios (salas) de carteiras informatizadas.
A Opptiz Soluções Tecnológicas, que faz parte do Grupo Cequipel, também equipou com as novas carteiras informatizadas os ônibus do Projeto Teclar de Inclusão Digital Itinerante, da Prefeitura de Angra dos Reis, no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro.
Ministério argentino investe em Cloud
fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7231&sid=2
O Ministério da Educação na província de San Juan, na Argentina, adotou da NEC Corporation, um sistema para educação baseado em Cloud Computing.
O novo sistema foi desenvolvido em um data center localizado no Ministério da Educação e inclui terminais do tipo thin client dentro do Ministério assim como em 192 escolas de ensino fundamental em toda a capital de San Juan.
Os terminais e o sistema estão conectados por uma rede wireless com tecnologia Wi-Fi. O Ministro da Educação está oferecendo às escolas uma variedade de aplicações e serviços através do modelo SaaS e Desktop como Serviço (DaaS) que incluem e-mail, serviços de portais de informações, serviços de e-learning e bibliotecas virtuais.
Além disso, o sistema permite que o Ministério e cada escola participante compartilhem seguramente informações enquanto oferece programas educacionais balanceados e de alta qualidade.
Foi equipado o data center com Servidores IA, a Série de Servidores NEC Express5800 e servidores de Comunicação, UNIVERGE SV8500. O Ministério e as escolas de ensino fundamental receberam aproximadamente 400 thin clients (US110). Outro fato importante é o sistema de identificação de digitais que assegura o uso destes sistemas.
Também foi instalado uma variedade de soluções e-government na província vizinha de San Luis, incluindo as aplicações do Conjunto de Gerenciamento de Educação (EMS). Essa oferta é baseada em Cloud Computing.
Atualmente, a província de San Juan está considerando o provisionamento de sistemas similares para aproximadamente 350 escolas públicas e outros ministérios em toda a província.
O Ministério da Educação na província de San Juan, na Argentina, adotou da NEC Corporation, um sistema para educação baseado em Cloud Computing.
O novo sistema foi desenvolvido em um data center localizado no Ministério da Educação e inclui terminais do tipo thin client dentro do Ministério assim como em 192 escolas de ensino fundamental em toda a capital de San Juan.
Os terminais e o sistema estão conectados por uma rede wireless com tecnologia Wi-Fi. O Ministro da Educação está oferecendo às escolas uma variedade de aplicações e serviços através do modelo SaaS e Desktop como Serviço (DaaS) que incluem e-mail, serviços de portais de informações, serviços de e-learning e bibliotecas virtuais.
Além disso, o sistema permite que o Ministério e cada escola participante compartilhem seguramente informações enquanto oferece programas educacionais balanceados e de alta qualidade.
Foi equipado o data center com Servidores IA, a Série de Servidores NEC Express5800 e servidores de Comunicação, UNIVERGE SV8500. O Ministério e as escolas de ensino fundamental receberam aproximadamente 400 thin clients (US110). Outro fato importante é o sistema de identificação de digitais que assegura o uso destes sistemas.
Também foi instalado uma variedade de soluções e-government na província vizinha de San Luis, incluindo as aplicações do Conjunto de Gerenciamento de Educação (EMS). Essa oferta é baseada em Cloud Computing.
Atualmente, a província de San Juan está considerando o provisionamento de sistemas similares para aproximadamente 350 escolas públicas e outros ministérios em toda a província.
Regulamentação das profissões na área de informática
fonte: http://tiempresarial.blogspot.com/2010/08/regulamentacao-das-profissoes-na-area.html
Pretendo ser breve neste artigo, até porque ele é mais como informação para que todos os interessados possam acompanhar de perto o Projeto de Lei em questão que irá afetar todos que ganham a vida de alguma maneira através da Informática.
O Projeto de Lei do Senado (PLS) n°00607 que tramita desde 23/10/2007 vai regular o exercício da profissão de Analista de Sistemas e atividades relacionadas com a informática, ou seja, quem trabalha de alguma maneira em alguma atividade relacionada com a informática terá a sua vida afetada, inclusive você que ganha a vida como programador e/ou Web Designer.
Se você conhece um político, é hora de falar com ele, pois estamos em ano de eleições.
Não vou transcrever aqui os artigos do projeto. Quem tiver interesse veja o texto do projeto de Lei, na íntegra, no link relacionado no final.
Há duas correntes querendo decidir sobre como deve ser a regulamentação de quem trabalha com a informática neste país: uma é a do Projeto de Lei em questão que pretende regular a profissão através da qualificação profissional. Mas o projeto também prevê que, quem já trabalha no setor, poderá se beneficiar sem ter a qualificação. Entenda-se por qualificação profissional a formação em cursos superiores e cursos técnicos. O projeto extrapolou suas atribuições ao incluir no texto a criação dos Conselhos Nacional e Regionais de Informática, atribuição esta que é exclusiva do Presidente da República. Todavia, essa parte do texto foi retirada durante a tramitação, mas ficou a dica para o Presidente.
Tais Conselhos seriam criados nos mesmos moldes dos vários já existentes Conselhos Regionais: CRM (Conselho Regional de Medicina), CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), CRC (Conselho Regional de Contabilidade) etc.
Sendo aprovado o projeto e sancionado pelo Presidente da República, a criação dos Conselhos Regionais de Informática será inevitável. No meu modesto modo de ver, isso é uma coisa boa. Abrir-se-ão novos campos de trabalho, agora legalizados. As assistências técnicas deverão ter obrigatoriamente um Analista de Sistemas assinando seus laudos técnicos e pareceres do mesmo modo que uma farmácia precisa de um Farmacêutico responsável, do mesmo modo que um laboratório de química precisa de um Químico responsável, do mesmo modo que uma planta baixa de uma construção precisa da assinatura de um Engenheiro Civil (aliás, as construções civis, após sancionado o projeto, precisarão oficialmente das plantas de redes assinadas por um Analista), pois a Lei determina que essa atribuição é exclusiva do Analista, sendo que o Técnico pode elaborar o laudo ou o parecer, mas não pode assiná-lo (esse é o único ponto que eu tenho contra o referido projeto. Acredito que alguns pareceres o Técnico poderia assinar).
Na prática, os analistas poderão abrir seus próprios escritórios como todo bom profissional liberal.
A outra corrente, liderada pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) defende a autorregulamentação da profissão nos moldes da área de propaganda com o seu CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). A propósito, por ocasião da proibição da propaganda de cigarros nos meios de comunicações em massa (rádio, televisão etc) o CONAR e a ABIFUMO (Associação Brasileira da Indústria do Fumo) foram, na época, os dois únicos órgãos que se posicionaram contra, ou seja, queriam que as propagandas continuassem. Um Conselho de Autorregulamentação, por sua natureza, deve primar pela ética e pela defesa da sociedade. Não fosse o Ministério da Saúde, as propagandas de cigarro não estariam proibidas.
Não sou muito favorável a essa proposta de autorregulamentação na área de informática com meia dúzia de gente ditando e mudando regras como bem querem e decidindo o que é melhor ou não para mim. Acredito que, com leis e regras bem definidas, o setor ficará melhor. Até porque se um dia eu não estiver contente, mas a profissão estiver regulada pelo governo, posso recorrer ao Poder Judiciário ou ao Ministério Público (órgãos ainda de confiança neste País). É claro que, com um conselho de autorregulamentação também poderei fazer isso, mas as regras não serão bem definidas e ficará mais difícil para um Juiz decidir, em caso de pendenga judicial.
Imaginemos agora que já tenha um conselho de autorregulamentação em informática instituído neste País e que, lá pelas tantas, tenha que ser tomada uma decisão na área, decisão esta, análoga em polêmica à proibição da propaganda de cigarro, e que em vez da ABIFUMO, seja a Microsoft fazendo lobby em cima do conselho de autorregulamentação. Lembrando que a área de informática não afeta diretamente a saúde das pessoas.
A ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), organização que não prioriza o software livre, está por trás da SBC. Aliás, várias empresas associadas da ASSESPRO são conveniadas com a Microsoft.
A maior alegação da SBC e da ASSESPRO é que o projeto, se for aprovado, criará reserva de mercado. Mas isto não é verdade uma vez que já existe essa reserva de mercado e ela foi criada pelas próprias empresas do setor de TI, pois preferem contratar Analistas com curso superior e Técnicos com curso técnico.
A Aprovação do projeto será benéfica para o setor, mas um conselho de autorregulamentação trará um futuro nada promissor para o setor de informática no País.
Com a recente aprovação da medida provisória nº472/09, o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, tornou-se a prestadora exclusiva de serviços de TI aos órgãos da Administração Federal. E é público e notório que o SERPRO prioriza o software livre, sendo que até marcou sua presença na 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre-RS.
Contudo, polêmicas à parte, deixo abaixo, para você mesmo(a) decidir, o link da proposta da SBC, o link do Senado Federal onde você pode fazer o acompanhamento da matéria recebendo as tramitações no seu email e o link do site Jurisway onde tem, bem explicado, como se dá uma tramitação de um projeto de Lei (é só clicar em: Iniciar Curso).
Site da SBC: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107
Site do Senado onde você pode fazer o download do texto da Lei e clicar em: 'Selecionar para acompanhamento' para receber as movimentações no seu email:
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82918
Site JurisWay:
http://www.jurisway.org.br/v2/cursosentrar.asp?id_curso=620
Pretendo ser breve neste artigo, até porque ele é mais como informação para que todos os interessados possam acompanhar de perto o Projeto de Lei em questão que irá afetar todos que ganham a vida de alguma maneira através da Informática.
O Projeto de Lei do Senado (PLS) n°00607 que tramita desde 23/10/2007 vai regular o exercício da profissão de Analista de Sistemas e atividades relacionadas com a informática, ou seja, quem trabalha de alguma maneira em alguma atividade relacionada com a informática terá a sua vida afetada, inclusive você que ganha a vida como programador e/ou Web Designer.
Se você conhece um político, é hora de falar com ele, pois estamos em ano de eleições.
Não vou transcrever aqui os artigos do projeto. Quem tiver interesse veja o texto do projeto de Lei, na íntegra, no link relacionado no final.
Há duas correntes querendo decidir sobre como deve ser a regulamentação de quem trabalha com a informática neste país: uma é a do Projeto de Lei em questão que pretende regular a profissão através da qualificação profissional. Mas o projeto também prevê que, quem já trabalha no setor, poderá se beneficiar sem ter a qualificação. Entenda-se por qualificação profissional a formação em cursos superiores e cursos técnicos. O projeto extrapolou suas atribuições ao incluir no texto a criação dos Conselhos Nacional e Regionais de Informática, atribuição esta que é exclusiva do Presidente da República. Todavia, essa parte do texto foi retirada durante a tramitação, mas ficou a dica para o Presidente.
Tais Conselhos seriam criados nos mesmos moldes dos vários já existentes Conselhos Regionais: CRM (Conselho Regional de Medicina), CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), CRC (Conselho Regional de Contabilidade) etc.
Sendo aprovado o projeto e sancionado pelo Presidente da República, a criação dos Conselhos Regionais de Informática será inevitável. No meu modesto modo de ver, isso é uma coisa boa. Abrir-se-ão novos campos de trabalho, agora legalizados. As assistências técnicas deverão ter obrigatoriamente um Analista de Sistemas assinando seus laudos técnicos e pareceres do mesmo modo que uma farmácia precisa de um Farmacêutico responsável, do mesmo modo que um laboratório de química precisa de um Químico responsável, do mesmo modo que uma planta baixa de uma construção precisa da assinatura de um Engenheiro Civil (aliás, as construções civis, após sancionado o projeto, precisarão oficialmente das plantas de redes assinadas por um Analista), pois a Lei determina que essa atribuição é exclusiva do Analista, sendo que o Técnico pode elaborar o laudo ou o parecer, mas não pode assiná-lo (esse é o único ponto que eu tenho contra o referido projeto. Acredito que alguns pareceres o Técnico poderia assinar).
Na prática, os analistas poderão abrir seus próprios escritórios como todo bom profissional liberal.
A outra corrente, liderada pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) defende a autorregulamentação da profissão nos moldes da área de propaganda com o seu CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). A propósito, por ocasião da proibição da propaganda de cigarros nos meios de comunicações em massa (rádio, televisão etc) o CONAR e a ABIFUMO (Associação Brasileira da Indústria do Fumo) foram, na época, os dois únicos órgãos que se posicionaram contra, ou seja, queriam que as propagandas continuassem. Um Conselho de Autorregulamentação, por sua natureza, deve primar pela ética e pela defesa da sociedade. Não fosse o Ministério da Saúde, as propagandas de cigarro não estariam proibidas.
Não sou muito favorável a essa proposta de autorregulamentação na área de informática com meia dúzia de gente ditando e mudando regras como bem querem e decidindo o que é melhor ou não para mim. Acredito que, com leis e regras bem definidas, o setor ficará melhor. Até porque se um dia eu não estiver contente, mas a profissão estiver regulada pelo governo, posso recorrer ao Poder Judiciário ou ao Ministério Público (órgãos ainda de confiança neste País). É claro que, com um conselho de autorregulamentação também poderei fazer isso, mas as regras não serão bem definidas e ficará mais difícil para um Juiz decidir, em caso de pendenga judicial.
Imaginemos agora que já tenha um conselho de autorregulamentação em informática instituído neste País e que, lá pelas tantas, tenha que ser tomada uma decisão na área, decisão esta, análoga em polêmica à proibição da propaganda de cigarro, e que em vez da ABIFUMO, seja a Microsoft fazendo lobby em cima do conselho de autorregulamentação. Lembrando que a área de informática não afeta diretamente a saúde das pessoas.
A ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), organização que não prioriza o software livre, está por trás da SBC. Aliás, várias empresas associadas da ASSESPRO são conveniadas com a Microsoft.
A maior alegação da SBC e da ASSESPRO é que o projeto, se for aprovado, criará reserva de mercado. Mas isto não é verdade uma vez que já existe essa reserva de mercado e ela foi criada pelas próprias empresas do setor de TI, pois preferem contratar Analistas com curso superior e Técnicos com curso técnico.
A Aprovação do projeto será benéfica para o setor, mas um conselho de autorregulamentação trará um futuro nada promissor para o setor de informática no País.
Com a recente aprovação da medida provisória nº472/09, o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, tornou-se a prestadora exclusiva de serviços de TI aos órgãos da Administração Federal. E é público e notório que o SERPRO prioriza o software livre, sendo que até marcou sua presença na 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre-RS.
Contudo, polêmicas à parte, deixo abaixo, para você mesmo(a) decidir, o link da proposta da SBC, o link do Senado Federal onde você pode fazer o acompanhamento da matéria recebendo as tramitações no seu email e o link do site Jurisway onde tem, bem explicado, como se dá uma tramitação de um projeto de Lei (é só clicar em: Iniciar Curso).
Site da SBC: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107
Site do Senado onde você pode fazer o download do texto da Lei e clicar em: 'Selecionar para acompanhamento' para receber as movimentações no seu email:
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82918
Site JurisWay:
http://www.jurisway.org.br/v2/cursosentrar.asp?id_curso=620
Polícia Civil de MG adota thin clients
fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7215&sid=2
A Polícia Civil do estado de Minas Gerais adotou, em parceria com a Tecnoworld, a plataforma thin computing. O início da implementação dos 700 thin clients, modelo Winlight 2, nas delegacias teve inicio em 2008 com previsão de término para o final desse ano.
A mudança dos desktops convencionais para os terminais magros foi motivada principalmente pela migração do Boletim de Ocorrência (BO) no papel para o meio eletrônico.
“O BO que fazíamos na delegacia era guardado em pastas e perdíamos muito tempo para resgatar esse documento, sem contar com as pilhas de papéis arquivadas nos departamentos, o que ocupava muito espaço”, afirma Claudio Soares, Investigador da Polícia III e especialista em Gestão de Redes com Software Livre.
Com o projeto de integração do Registro Evento de Defesa Social (REDS, a substituição do BO para o meio online), que incorpora as unidades do Corpo de Bombeiro e das Polícias Civil e Militar, houve a necessidade de implementar uma plataforma web que integrasse o mesmo registro de ocorrência.
“Devido a essa integração das 3 corporações, necessitávamos de um serviço de inteligência para aumentar nossa eficiência, como por exemplo, prevenir os incidentes e obter mais precisão no monitoramento das zonas com maior índice de criminalidade. Isso aumenta o poder de gerenciamento e conseguimos colocar nas ruas as equipes de ronda nos lugares que mais necessitam”.
Processo de implementação
Toda a grande Belo Horizonte e mais 9 regiões já estão com o thin clients em operação, restando em torno de 150 unidades distribuídas nas regiões da Barbacena, Ipatinga, Teófilo Otoni, Pouso Alegre e Poços de Caldas para implementar.
“Temos pelo menos 2 terminais magros instalados em cada delegacia que já passaram pelo processo de implementação. A previsão é que no inicio de 2011 façamos uma revisão geral de funcionamento, monitoramento e atualização das máquinas”.
Outro setor a ser inserido no projeto é o administrativo. “Por enquanto, somente o departamento de operações usa os terminais magros, mas estamos elaborando um projeto para expandir também para os setores internos das delegacias do estado mineiro”, aponta Soares.
Inteligência ampliada
Após a implementação, Soares afirma que um dos pontos positivos do thin client é a economia de energia, a manutenção simplificada e um maior controle nas impressões, que agora são destinadas apenas para imprimir as ocorrências registradas pelos cidadãos.
“Nossa equipe é pequena, temos 4 policiais para fazer a manutenção em todo o estado, perdíamos muito tempo com isso. Hoje é tudo centralizado, se houver algum problema em qualquer unidade, eu consigo acessar o equipamento e arrumo o que está errado sem precisar deslocar nenhuma equipe para o local”.
Soares afirma ainda que o setor de inteligência da delegacia ganhou mais precisão analítica nas atuações criminais registradas. “Eu posso fazer uma pesquisa sobre furto de carro, por exemplo, e o sistema me traz todo o histórico desse tipo de incidente em determinada região. Nosso banco de dados está mais organizado, o que facilita nossa ação e prestação de serviço”, finaliza.
A Polícia Civil do estado de Minas Gerais adotou, em parceria com a Tecnoworld, a plataforma thin computing. O início da implementação dos 700 thin clients, modelo Winlight 2, nas delegacias teve inicio em 2008 com previsão de término para o final desse ano.
A mudança dos desktops convencionais para os terminais magros foi motivada principalmente pela migração do Boletim de Ocorrência (BO) no papel para o meio eletrônico.
“O BO que fazíamos na delegacia era guardado em pastas e perdíamos muito tempo para resgatar esse documento, sem contar com as pilhas de papéis arquivadas nos departamentos, o que ocupava muito espaço”, afirma Claudio Soares, Investigador da Polícia III e especialista em Gestão de Redes com Software Livre.
Com o projeto de integração do Registro Evento de Defesa Social (REDS, a substituição do BO para o meio online), que incorpora as unidades do Corpo de Bombeiro e das Polícias Civil e Militar, houve a necessidade de implementar uma plataforma web que integrasse o mesmo registro de ocorrência.
“Devido a essa integração das 3 corporações, necessitávamos de um serviço de inteligência para aumentar nossa eficiência, como por exemplo, prevenir os incidentes e obter mais precisão no monitoramento das zonas com maior índice de criminalidade. Isso aumenta o poder de gerenciamento e conseguimos colocar nas ruas as equipes de ronda nos lugares que mais necessitam”.
Processo de implementação
Toda a grande Belo Horizonte e mais 9 regiões já estão com o thin clients em operação, restando em torno de 150 unidades distribuídas nas regiões da Barbacena, Ipatinga, Teófilo Otoni, Pouso Alegre e Poços de Caldas para implementar.
“Temos pelo menos 2 terminais magros instalados em cada delegacia que já passaram pelo processo de implementação. A previsão é que no inicio de 2011 façamos uma revisão geral de funcionamento, monitoramento e atualização das máquinas”.
Outro setor a ser inserido no projeto é o administrativo. “Por enquanto, somente o departamento de operações usa os terminais magros, mas estamos elaborando um projeto para expandir também para os setores internos das delegacias do estado mineiro”, aponta Soares.
Inteligência ampliada
Após a implementação, Soares afirma que um dos pontos positivos do thin client é a economia de energia, a manutenção simplificada e um maior controle nas impressões, que agora são destinadas apenas para imprimir as ocorrências registradas pelos cidadãos.
“Nossa equipe é pequena, temos 4 policiais para fazer a manutenção em todo o estado, perdíamos muito tempo com isso. Hoje é tudo centralizado, se houver algum problema em qualquer unidade, eu consigo acessar o equipamento e arrumo o que está errado sem precisar deslocar nenhuma equipe para o local”.
Soares afirma ainda que o setor de inteligência da delegacia ganhou mais precisão analítica nas atuações criminais registradas. “Eu posso fazer uma pesquisa sobre furto de carro, por exemplo, e o sistema me traz todo o histórico desse tipo de incidente em determinada região. Nosso banco de dados está mais organizado, o que facilita nossa ação e prestação de serviço”, finaliza.
Escolas de San Juan entram na nuvem
fonte: http://www.i-gov.org/index.php?article=13774&visual=2
O Ministério da Educação da província de San Juan, na Argentina, implementou uma solução de computação na nuvem para disponibilizar diversos serviços às escolas locais.
Segundo avança o portal Convergência Digital, a solução implementada pelo organismo inclui terminais thin client, ligados através de uma rede wireless, dentro do próprio ministério e em 192 escolas na capital da província.
Através deste sistema o Ministério da Educação de San Juan disponibiliza serviços e aplicações via computação na nuvem como e-mail, portais de informação, serviços de eLearning e bibliotecas virtuais, num modelo de Software as a Service.
O Ministério da Educação da província de San Juan, na Argentina, implementou uma solução de computação na nuvem para disponibilizar diversos serviços às escolas locais.
Segundo avança o portal Convergência Digital, a solução implementada pelo organismo inclui terminais thin client, ligados através de uma rede wireless, dentro do próprio ministério e em 192 escolas na capital da província.
Através deste sistema o Ministério da Educação de San Juan disponibiliza serviços e aplicações via computação na nuvem como e-mail, portais de informação, serviços de eLearning e bibliotecas virtuais, num modelo de Software as a Service.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Filial brasileira de empresa líder no fornecimento de soluções de pagamentos eletrônicos adota plataforma baseada em thin clients
fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15443:filial-brasileira-de-empresa-lider-no-fornecimento-de-solucoes-de-pagamentos-eletronicos-adota-plataforma-baseada-em-thin-clients&catid=48:cat-info-ti&Itemid=329
Além de assegurar a integridade dos dados, os thin clients da fabricante americana Wyse permitiram redução de custos com suporte técnico e otimização da área de produção
A Ingenico, multinacional francesa líder mundial no fornecimento de soluções de pagamento eletrônico, entre elas a fabricação de terminais de pagamento conhecidos como POS (Point of Sales), é representada na América Latina pela Ingenico do Brasil.
Em sintonia com a estratégia mundial do Grupo de fazer uso de tecnologias de ponta e “verdes” (com baixo consumo de energia elétrica), a Ingenico do Brasil implementou terminais magros ou thin clients da fabricante americana Wyse Technology em sua rede de comunicação.
“Nossa maior preocupação era substituir computadores obsoletos por terminais de alta performance que se adequassem à nossa política de segurança, tanto de informações quanto de operações”, declara Jorge Umeki, gerente de TI da Ingenico do Brasil.
Dessa forma, a integradora Add IT Solution implantou terminais thin clients do modelo Wyse S10, que consome menos energia elétrica do que um computador convencional porque não possui peças móveis e não necessita de ventilação – em um ano, por exemplo, os thin clients utilizam 90% menos de energia em comparação a um computador. No quesito segurança, os thin clients não possuem armazenamento local de dados, o que impede ataques de vírus ou hackers. Ainda, por serem muito compactos e com design ‘clean’ a empresa conquistou ganho de espaço e eliminou a necessidade de manutenção constante e suporte técnico.
Outro ponto positivo, detectado durante o projeto piloto, foi a rapidez da implantação dos thin clients, executada em três meses. Como a filial brasileira é responsável por uma base instalada de mais 2.000.000 de terminais de pagamento, distribuídos em cerca de 5.000 municípios, a substituição das máquinas não poderia prejudicar ou interromper as operações.
Os benefícios trazidos pela nova tecnologia não se restringem apenas à Ingenico. Com aplicativos mais rápidos e redução de gastos com suporte técnico, houve um aumento da produtividade e maior agilidade dos processos de produção, ganhos que são refletidos ao cliente final.
O próximo passo, revela Umeki, é a instalação de mais thin clients na área de produção e, ainda neste ano, estender a plataforma thin computing para toda a parte administrativa da empresa. “Na fase de avaliação conseguimos alcançar todos os objetivos técnicos propostos no início do projeto. Diante disso, validamos a expansão da virtualização de dados para outros setores da Ingenico”, ressalta.
Sobre a Wyse Technology
A Wyse Technology é a líder mundial em software de virtualização baseada em thin computing e soluções de hardware. A Wyse e seus parceiros estratégicos, incluindo Citrix®, IBM®, Microsoft®, Novell®, VMware® e outros, fornecem os hardwares inovadores, softwares de infraestrutura e serviços que constituem os benefícios do cloud computing, virtualização e Green IT. Estas soluções de thin computing permitem que consumidores, empresas públicas e privadas acessem as informações de que precisam, mas com mais segurança, melhor gerenciamento e a um preço de custo muito menor que o de um PC. A Wyse é sediada em São José, Califórnia, com outros escritórios ao redor do mundo.
Sobre a Add IT
A Add IT Solution é líder em projetos de redução de custo na área de TI, especializada em desenvolver projetos fundamentados unicamente pelas necessidades específicas de cada cliente corporativo.
A empresa oferece soluções completas de "Virtualização de Desktop" e Infraestrutura, desenhando e implementando projetos de tecnologia que integram TI (Infra-Estrutura e Sistemas) e Telecom.
A Add IT atua como um parceiro único e pronto para implementar tecnologias customizadas às necessidades específicas de cada cliente.
Com uma estrutura organizacional dinâmica, todo o foco é centrado no desenvolvimento e implementação de projetos através de células de conhecimento. Grupos de profissionais, selecionados de acordo com seu grau de especialização em cada área, criam projetos entendendo a realidade corporativa do cliente.
Além de assegurar a integridade dos dados, os thin clients da fabricante americana Wyse permitiram redução de custos com suporte técnico e otimização da área de produção
A Ingenico, multinacional francesa líder mundial no fornecimento de soluções de pagamento eletrônico, entre elas a fabricação de terminais de pagamento conhecidos como POS (Point of Sales), é representada na América Latina pela Ingenico do Brasil.
Em sintonia com a estratégia mundial do Grupo de fazer uso de tecnologias de ponta e “verdes” (com baixo consumo de energia elétrica), a Ingenico do Brasil implementou terminais magros ou thin clients da fabricante americana Wyse Technology em sua rede de comunicação.
“Nossa maior preocupação era substituir computadores obsoletos por terminais de alta performance que se adequassem à nossa política de segurança, tanto de informações quanto de operações”, declara Jorge Umeki, gerente de TI da Ingenico do Brasil.
Dessa forma, a integradora Add IT Solution implantou terminais thin clients do modelo Wyse S10, que consome menos energia elétrica do que um computador convencional porque não possui peças móveis e não necessita de ventilação – em um ano, por exemplo, os thin clients utilizam 90% menos de energia em comparação a um computador. No quesito segurança, os thin clients não possuem armazenamento local de dados, o que impede ataques de vírus ou hackers. Ainda, por serem muito compactos e com design ‘clean’ a empresa conquistou ganho de espaço e eliminou a necessidade de manutenção constante e suporte técnico.
Outro ponto positivo, detectado durante o projeto piloto, foi a rapidez da implantação dos thin clients, executada em três meses. Como a filial brasileira é responsável por uma base instalada de mais 2.000.000 de terminais de pagamento, distribuídos em cerca de 5.000 municípios, a substituição das máquinas não poderia prejudicar ou interromper as operações.
Os benefícios trazidos pela nova tecnologia não se restringem apenas à Ingenico. Com aplicativos mais rápidos e redução de gastos com suporte técnico, houve um aumento da produtividade e maior agilidade dos processos de produção, ganhos que são refletidos ao cliente final.
O próximo passo, revela Umeki, é a instalação de mais thin clients na área de produção e, ainda neste ano, estender a plataforma thin computing para toda a parte administrativa da empresa. “Na fase de avaliação conseguimos alcançar todos os objetivos técnicos propostos no início do projeto. Diante disso, validamos a expansão da virtualização de dados para outros setores da Ingenico”, ressalta.
Sobre a Wyse Technology
A Wyse Technology é a líder mundial em software de virtualização baseada em thin computing e soluções de hardware. A Wyse e seus parceiros estratégicos, incluindo Citrix®, IBM®, Microsoft®, Novell®, VMware® e outros, fornecem os hardwares inovadores, softwares de infraestrutura e serviços que constituem os benefícios do cloud computing, virtualização e Green IT. Estas soluções de thin computing permitem que consumidores, empresas públicas e privadas acessem as informações de que precisam, mas com mais segurança, melhor gerenciamento e a um preço de custo muito menor que o de um PC. A Wyse é sediada em São José, Califórnia, com outros escritórios ao redor do mundo.
Sobre a Add IT
A Add IT Solution é líder em projetos de redução de custo na área de TI, especializada em desenvolver projetos fundamentados unicamente pelas necessidades específicas de cada cliente corporativo.
A empresa oferece soluções completas de "Virtualização de Desktop" e Infraestrutura, desenhando e implementando projetos de tecnologia que integram TI (Infra-Estrutura e Sistemas) e Telecom.
A Add IT atua como um parceiro único e pronto para implementar tecnologias customizadas às necessidades específicas de cada cliente.
Com uma estrutura organizacional dinâmica, todo o foco é centrado no desenvolvimento e implementação de projetos através de células de conhecimento. Grupos de profissionais, selecionados de acordo com seu grau de especialização em cada área, criam projetos entendendo a realidade corporativa do cliente.
NComputing anuncia nova solução de virtualização
fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7056&sid=29
A NComputing lança este mês, no Brasil, o Desktop Virtual L300, um novo dispositivo de acesso por conexão Ethernet, que chega ao mercado nacional com foco em Cloud Computing, promovendo a virtualização de computadores com custo acessível e funcionando como uma ferramenta de gerenciamento para a área de TI.
De acordo com Dagoberto Freitas, diretor comercial e responsável pela operação da NComputing no Brasil, o L300 proporciona às empresas um meio prático e fácil de aderir a um projeto de virtualização.
Outra vantagem da solução é que uma empresa, com matriz nos Estados Unidos, por exemplo, pode manter um escritório no Brasil apenas com terminais, que através do L300 acessam todas as aplicações da sede nos EUA.
O executivo acrescenta que a solução confere mais funcionalidade ao ambiente organizacional, onde a ideia é mudar o conceito de trabalho virtual e o mercado de thin clients.
O L300 e o vSpace permitem a otimização da implementação de desktops virtuais, pois fornecem aos usuários um acesso simultâneo ao sistema operacional Windows ou Linux. Além disso, a tecnologia possibilita que 30 terminais L300 acessem cada instância do vSpace.
Características
O Desktop Virtual L300 permite a visualização de vídeos de alta qualidade em tela cheia com resolução de até 1920X1080, pois foi concebido sobre a plataforma (SoC) Numo da NComputing que usa uma tecnologia de hardware capaz de entregar ao usuário suas aplicações multimídia, eliminando as restrições da rede de computadores.
Em caso de falhas, o administrador pode definir a redundância dos servidores, aos quais os dispositivos podem ser conectados de forma automática.
A NComputing lança este mês, no Brasil, o Desktop Virtual L300, um novo dispositivo de acesso por conexão Ethernet, que chega ao mercado nacional com foco em Cloud Computing, promovendo a virtualização de computadores com custo acessível e funcionando como uma ferramenta de gerenciamento para a área de TI.
De acordo com Dagoberto Freitas, diretor comercial e responsável pela operação da NComputing no Brasil, o L300 proporciona às empresas um meio prático e fácil de aderir a um projeto de virtualização.
Outra vantagem da solução é que uma empresa, com matriz nos Estados Unidos, por exemplo, pode manter um escritório no Brasil apenas com terminais, que através do L300 acessam todas as aplicações da sede nos EUA.
O executivo acrescenta que a solução confere mais funcionalidade ao ambiente organizacional, onde a ideia é mudar o conceito de trabalho virtual e o mercado de thin clients.
O L300 e o vSpace permitem a otimização da implementação de desktops virtuais, pois fornecem aos usuários um acesso simultâneo ao sistema operacional Windows ou Linux. Além disso, a tecnologia possibilita que 30 terminais L300 acessem cada instância do vSpace.
Características
O Desktop Virtual L300 permite a visualização de vídeos de alta qualidade em tela cheia com resolução de até 1920X1080, pois foi concebido sobre a plataforma (SoC) Numo da NComputing que usa uma tecnologia de hardware capaz de entregar ao usuário suas aplicações multimídia, eliminando as restrições da rede de computadores.
Em caso de falhas, o administrador pode definir a redundância dos servidores, aos quais os dispositivos podem ser conectados de forma automática.
Ingenico Brasil: 90% menos energia com thins
fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/hardware/28/07/2010/ingenico-brasil-90-menos-energia-com-thins
A Ingenico, multinacional francesa especializada em soluções de pagamento eletrônico, entre elas terminais POS (Point of Sales), adotou thin clients da Wyse em sua filial brasileira.
O projeto focou a padronização da subsidiária à política mundial de TI verde do grupo. Assim, a empresa optou por modelos Wyse S10, que consomem menos energia elétrica do que um computador convencional por não possuírem peças móveis e não necessitarem de ventilação. Em um ano, a projeção é que os novos thins economizem 90% de eletricidade em relação a um PC comum.
A implantação foi conduzida pela integradora Add IT Solution em três meses.
“Como a filial brasileira é responsável por uma base instalada de mais 2 milhões de terminais de pagamento, distribuídos em cerca de 5 mil municípios, a substituição das máquinas não poderia prejudicar ou interromper as operações”, explica Jorge Umeki, gerente de TI da Ingenico do Brasil.
Ainda segundo o executivo, a opção pelos thins trouxe ganhos em segurança, já que as máquinas não possuem armazenamento local de dados, o que impede ataques de vírus ou hackers.
Além disso, por serem compactos, os equipamentos deram ganho de espaço à subsidiária, que também eliminou a necessidade de manutenção constante e suporte técnico.
O próximo passo, revela Umeki, é a instalação de mais thin clients na área de produção e, ainda neste ano, estender a plataforma thin computing para toda a parte administrativa da filial.
“Na fase de avaliação conseguimos alcançar todos os objetivos técnicos propostos no início do projeto. Diante disso, validamos a expansão da virtualização de dados para outros setores da Ingenico”, ressalta.
A Ingenico, multinacional francesa especializada em soluções de pagamento eletrônico, entre elas terminais POS (Point of Sales), adotou thin clients da Wyse em sua filial brasileira.
O projeto focou a padronização da subsidiária à política mundial de TI verde do grupo. Assim, a empresa optou por modelos Wyse S10, que consomem menos energia elétrica do que um computador convencional por não possuírem peças móveis e não necessitarem de ventilação. Em um ano, a projeção é que os novos thins economizem 90% de eletricidade em relação a um PC comum.
A implantação foi conduzida pela integradora Add IT Solution em três meses.
“Como a filial brasileira é responsável por uma base instalada de mais 2 milhões de terminais de pagamento, distribuídos em cerca de 5 mil municípios, a substituição das máquinas não poderia prejudicar ou interromper as operações”, explica Jorge Umeki, gerente de TI da Ingenico do Brasil.
Ainda segundo o executivo, a opção pelos thins trouxe ganhos em segurança, já que as máquinas não possuem armazenamento local de dados, o que impede ataques de vírus ou hackers.
Além disso, por serem compactos, os equipamentos deram ganho de espaço à subsidiária, que também eliminou a necessidade de manutenção constante e suporte técnico.
O próximo passo, revela Umeki, é a instalação de mais thin clients na área de produção e, ainda neste ano, estender a plataforma thin computing para toda a parte administrativa da filial.
“Na fase de avaliação conseguimos alcançar todos os objetivos técnicos propostos no início do projeto. Diante disso, validamos a expansão da virtualização de dados para outros setores da Ingenico”, ressalta.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Prefeitura de Campinas adota Thin Client em Telecentro
fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=0&infoid=15751&sid=14
A prefeitura de Campinas instalou 20 thin clients Tecnoworld do modelo WinNet, num telecentro construído no Centro de Referência da Juventude. O investimento foi da ordem de R$ 22 mil. Os terminais possuem processador Via 800 Mhz, 128 MB de memória RAM e Boot LAN (PXE).
"O Telecentro permitiu à comunidade acesso livre à internet, além dos vários cursos gratuitos de Informática de demais áreas oferecidos pela Prefeitura e que fazem parte do programa Jovem.Com", aponta César Pereira, coordenador de políticas públicas da Juventude.
A redução de custo com manutenção das máquinas, a economia de 40% de energia elétrica, a facilidade de implantação dos equipamentos e a centralização das informações no servidor – que facilita a atualização de softwares nos terminais, fizeram com que o conceito do thin computing fosse escolhido para a estruturação do Telecentro.
Além do uso livre, os Telecentros têm como objetivo estimular os processos educacionais. Cursos e oficinas com enfoque em editores de texto, planilha de cálculos, criação de sites, bancos de dados, arte digital e educação ambiental são algumas das atividades oferecidas. "Para o futuro, pretendemos ampliar os Telecentros e informatizar toda a rede educacional de Campinas", conclui Pereira.
Rede D'Or compra 800 Thin Clients
fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=0&infoid=20828&sid=16
A Rede D’Or, rede privada de saúde do estado do Rio de Janeiro com 13 Hospitais e mais de 40 unidades de medicina diagnóstica, optou pela tecnologia dos terminais magros para atualizar a infra-estrutura de todas as unidades da empresa. A Tecnoworld forneceu no total 800 thin clients do modelo winbox2 que equipam toda a parte operacional e sustentam o bom funcionamento desses hospitais e laboratórios.Iniciado em 2005, o projeto de plataforma thin computing cresce na medida em que novas unidades são criadas e se estende até hoje. “Os terminais thin clients são adquiridos conforme nossos hospitais e laboratórios ficam prontos. Eles já fazem parte da nossa estrutura,” explica Nelson Metropolo, responsável pela área de Telecomunicações e Infraestrutura na Rede D’Or.São mais de 20 mil pacientes por mês que, de forma indireta, se beneficiam de um sistema operacional eficiente. “Com todos os computadores ligados a uma plataforma centralizada em servidores, conseguimos resolver os problemas mais facilmente, seja na atualização dos aplicativos, na resolução de problemas técnicos ou no controle dos acessos do usuário na ponta,” afirma Metropolo.Nelson Metropolo aponta que entre os principais benefícios da plataforma thin computing estão a redução de custos com menor manutenção das máquinas, economia de energia, ganho de produtividade da equipe de TI, maior durabilidade dos terminais e aumento da segurança dos dados. “Outra vantagem relevante é a troca em poucos minutos do terminal em caso de falha, pois como não existe processamento local, os terminais são facilmente substituídos por outro sem qualquer perda de dados”, declara. O valor do contrato não foi revelado pelas partes.
A Rede D’Or, rede privada de saúde do estado do Rio de Janeiro com 13 Hospitais e mais de 40 unidades de medicina diagnóstica, optou pela tecnologia dos terminais magros para atualizar a infra-estrutura de todas as unidades da empresa. A Tecnoworld forneceu no total 800 thin clients do modelo winbox2 que equipam toda a parte operacional e sustentam o bom funcionamento desses hospitais e laboratórios.Iniciado em 2005, o projeto de plataforma thin computing cresce na medida em que novas unidades são criadas e se estende até hoje. “Os terminais thin clients são adquiridos conforme nossos hospitais e laboratórios ficam prontos. Eles já fazem parte da nossa estrutura,” explica Nelson Metropolo, responsável pela área de Telecomunicações e Infraestrutura na Rede D’Or.São mais de 20 mil pacientes por mês que, de forma indireta, se beneficiam de um sistema operacional eficiente. “Com todos os computadores ligados a uma plataforma centralizada em servidores, conseguimos resolver os problemas mais facilmente, seja na atualização dos aplicativos, na resolução de problemas técnicos ou no controle dos acessos do usuário na ponta,” afirma Metropolo.Nelson Metropolo aponta que entre os principais benefícios da plataforma thin computing estão a redução de custos com menor manutenção das máquinas, economia de energia, ganho de produtividade da equipe de TI, maior durabilidade dos terminais e aumento da segurança dos dados. “Outra vantagem relevante é a troca em poucos minutos do terminal em caso de falha, pois como não existe processamento local, os terminais são facilmente substituídos por outro sem qualquer perda de dados”, declara. O valor do contrato não foi revelado pelas partes.
INIT cria núcleo de P&D em thin computing
A INIT, empresa brasileira com 10 anos de atuação no segmento de thin computing, inicia as atividades do núcleo de pesquisa e desenvolvimento, tendo como meta ampliar o leque de produtos e soluções.
“O desenvolvimento de produtos e soluções no Brasil é essencial neste mercado”, frisa Caio Siracusa, diretor executivo da INIT, alegando que “não existem soluções embarcadas de prateleira”.
De acordo ainda com Siracusa, “todo produto embedded requer total conhecimento e suporte local, garantindo agilidade quanto às necessidades de nossos clientes e soluções inovadoras à curto prazo”.
A INIT está inserida no plano de incentivos do Ministério de Ciência e Tecnologia para o Processo Produtivo Básico. Desse modo, como frisa Siracusa, “o produto se torna mais competitivo. devido à redução de impostos promovida pelo governo".
“O desenvolvimento de produtos e soluções no Brasil é essencial neste mercado”, frisa Caio Siracusa, diretor executivo da INIT, alegando que “não existem soluções embarcadas de prateleira”.
De acordo ainda com Siracusa, “todo produto embedded requer total conhecimento e suporte local, garantindo agilidade quanto às necessidades de nossos clientes e soluções inovadoras à curto prazo”.
A INIT está inserida no plano de incentivos do Ministério de Ciência e Tecnologia para o Processo Produtivo Básico. Desse modo, como frisa Siracusa, “o produto se torna mais competitivo. devido à redução de impostos promovida pelo governo".
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Equipamentos velhos e de má qualidade são otimizados por um sistema thin client – o Plurall.
fonte: http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/165-edicao-60-julho2010/3132-um-jeito-plural-de-operar-o-telecentro
ARede nº60, junho 2010 -O pensador italiano Antonio Gramsci já dizia: a grande inovação não é descobrir coisas novas, mas torná-las acessíveis a todo mundo. Essa é precisamente a ideia por trás do Plurall, um sistema cliente-servidor do tipo thin client, que foi desenvolvido especificamente para centros comunitários, telecentros e laboratórios de informática em escolas públicas. “Anos atrás, alguns de nós trabalhávamos no Centro para a Democratização da Informática (CDI) e notamos que só chegavam computadores velhos aos centros comunitários ou rurais”, recorda a socióloga Liliane Leroux, professora do campus da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) na Baixada Fluminense e uma das fundadoras da ONG Movimentos em Rede.
Foi então que Ricardo Schneider, biólogo e autodidata em tecnologia, começou a estudar a arquitetura cliente-servidor e a desenvolver o Plurall, um sistema operacional que “levanta” a rede e também funciona como navegador. Baseado no sistema thin client, o Plurall tem, basicamente, um servidor parrudo e tantos computadores quanto possível pendurados nele. Se os computadores são novos ou velhos, não importa: a força da rede está no servidor, não nas máquinas individuais.
“Se não houver servidor de aplicações ou sistema operacional na rede, o Plurall funciona como um totem, ou seja, um navegador de internet para todas as máquinas”, explica Schneider. Com o Plurall, basta ter apenas uma boa máquina no telecentro – o servidor: “Essa máquina vai distribuir o sinal para as máquinas velhas e funcionar como uma espécie de memória cache, de forma que é rápido voltar a revisitar as páginas já acessadas – não é preciso carregá-las de novo”.
O projeto deu tão certo que extrapolou as competências da ONG e acabou transferido para o laboratório da Vice-Reitoria de Desenvolvimento (VRD) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), que se dedica a buscar interação entre universidade e sociedade.
Ali, sob o comando do professor Dado Sutter, o desenvolvimento do Plurall prosseguiu. Nos últimos três meses, o sistema sofreu uma modernização no seu componente central, o Plurall Boot Server, que migrou para uma versão mais moderna e rápida, sem perder a simplicidade, a solidez e a baixa demanda de processamento e memória. “Em consequência, ficou ainda mais simples e fácil implementar a solução”, diz Schneider.
“A PUC não põe dinheiro aqui”, revela Sutter, gerente do laboratório da VRD, que se autofinancia com parcerias externas, particularmente, no caso do Plurall, com a Financiadora de Estudos e Projetos do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). A Faperj, que também financia o projeto da Baixada Digital, interligando sem fio essa região a oeste do município do Rio, tem financiado a interconexão sem fio também do Plurall.
Um membro informal da equipe de desenvolvimento na PUC-RJ é o microempresário Marcelo Balisteri, residente na favela Vila Parque da Cidade, na Gávea, cujo telecentro foi um dos primeiros usuários do Plurall (ver texto ao lado).
Outros usuários notórios do Plurall no Rio de Janeiro são a Escola de Audiovisual Popular Cinema Nosso, a DinamiCoop (cooperativa popular de serviços de informática no Morro dos Macacos), um projeto de educação em canteiro de obras da PUC-RJ e o laboratório de História da PUC-RJ. O sistema também é utilizado pela Amarribo, ONG contra a corrupção na administração pública da cidade paulista de Ribeirão Bonito.
O sistema pode ser baixado gratuitamente da internet, onde também há um manual de instalação e operação.
www.plurall.net
Internet na favela
Marcelo Balisteri começou seus negócios como “gato”, fornecendo conexão internet clandestina na favela – o popular “gatonet”. Hoje, está legalizado na empresa Parque Online, que instalou o Plurall no telecentro da favela Vila Parque da Cidade e também no laboratório de informática da escola municipal em frente à PUC.
Há quatro anos, o Vélox, serviço de internet banda larga da operadora Oi, chegou à “primeira linha” de casas da favela, cerca de 15 residências – e a de Balisteri era uma delas. Como a Oi nunca se interessou em avançar favela adentro, Balisteri começou a atuar como provedor informal de internet a partir da sua conexão Vélox: conectou “20 e poucas casas com aquele cabinho azul”, cobrando R$ 35 de cada uma (em comparação com os R$ 62 cobrados pela Oi). Hoje, já são 180 casas da favela conectadas à internet pela empresa de Balisteri, cuja arquitetura de rede, na opinião de Dado Sutter, da PUC-RJ, “é uma coisa linda”.
Apesar do sucesso, Balisteri não esquece suas origens e critica os projetos de inclusão digital das favelas cariocas, que excluem os “gatos”. “Só na Rocinha”, diz ele, “há mais de 300 provedores clandestinos de internet e a maioria emprega uma média de dez funcionários. O que vai acontecer com esse povo quando as redes sem-fio acabarem com o seu negócio?”
ARede nº60, junho 2010 -O pensador italiano Antonio Gramsci já dizia: a grande inovação não é descobrir coisas novas, mas torná-las acessíveis a todo mundo. Essa é precisamente a ideia por trás do Plurall, um sistema cliente-servidor do tipo thin client, que foi desenvolvido especificamente para centros comunitários, telecentros e laboratórios de informática em escolas públicas. “Anos atrás, alguns de nós trabalhávamos no Centro para a Democratização da Informática (CDI) e notamos que só chegavam computadores velhos aos centros comunitários ou rurais”, recorda a socióloga Liliane Leroux, professora do campus da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) na Baixada Fluminense e uma das fundadoras da ONG Movimentos em Rede.
Foi então que Ricardo Schneider, biólogo e autodidata em tecnologia, começou a estudar a arquitetura cliente-servidor e a desenvolver o Plurall, um sistema operacional que “levanta” a rede e também funciona como navegador. Baseado no sistema thin client, o Plurall tem, basicamente, um servidor parrudo e tantos computadores quanto possível pendurados nele. Se os computadores são novos ou velhos, não importa: a força da rede está no servidor, não nas máquinas individuais.
“Se não houver servidor de aplicações ou sistema operacional na rede, o Plurall funciona como um totem, ou seja, um navegador de internet para todas as máquinas”, explica Schneider. Com o Plurall, basta ter apenas uma boa máquina no telecentro – o servidor: “Essa máquina vai distribuir o sinal para as máquinas velhas e funcionar como uma espécie de memória cache, de forma que é rápido voltar a revisitar as páginas já acessadas – não é preciso carregá-las de novo”.
O projeto deu tão certo que extrapolou as competências da ONG e acabou transferido para o laboratório da Vice-Reitoria de Desenvolvimento (VRD) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), que se dedica a buscar interação entre universidade e sociedade.
Ali, sob o comando do professor Dado Sutter, o desenvolvimento do Plurall prosseguiu. Nos últimos três meses, o sistema sofreu uma modernização no seu componente central, o Plurall Boot Server, que migrou para uma versão mais moderna e rápida, sem perder a simplicidade, a solidez e a baixa demanda de processamento e memória. “Em consequência, ficou ainda mais simples e fácil implementar a solução”, diz Schneider.
“A PUC não põe dinheiro aqui”, revela Sutter, gerente do laboratório da VRD, que se autofinancia com parcerias externas, particularmente, no caso do Plurall, com a Financiadora de Estudos e Projetos do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). A Faperj, que também financia o projeto da Baixada Digital, interligando sem fio essa região a oeste do município do Rio, tem financiado a interconexão sem fio também do Plurall.
Um membro informal da equipe de desenvolvimento na PUC-RJ é o microempresário Marcelo Balisteri, residente na favela Vila Parque da Cidade, na Gávea, cujo telecentro foi um dos primeiros usuários do Plurall (ver texto ao lado).
Outros usuários notórios do Plurall no Rio de Janeiro são a Escola de Audiovisual Popular Cinema Nosso, a DinamiCoop (cooperativa popular de serviços de informática no Morro dos Macacos), um projeto de educação em canteiro de obras da PUC-RJ e o laboratório de História da PUC-RJ. O sistema também é utilizado pela Amarribo, ONG contra a corrupção na administração pública da cidade paulista de Ribeirão Bonito.
O sistema pode ser baixado gratuitamente da internet, onde também há um manual de instalação e operação.
www.plurall.net
Internet na favela
Marcelo Balisteri começou seus negócios como “gato”, fornecendo conexão internet clandestina na favela – o popular “gatonet”. Hoje, está legalizado na empresa Parque Online, que instalou o Plurall no telecentro da favela Vila Parque da Cidade e também no laboratório de informática da escola municipal em frente à PUC.
Há quatro anos, o Vélox, serviço de internet banda larga da operadora Oi, chegou à “primeira linha” de casas da favela, cerca de 15 residências – e a de Balisteri era uma delas. Como a Oi nunca se interessou em avançar favela adentro, Balisteri começou a atuar como provedor informal de internet a partir da sua conexão Vélox: conectou “20 e poucas casas com aquele cabinho azul”, cobrando R$ 35 de cada uma (em comparação com os R$ 62 cobrados pela Oi). Hoje, já são 180 casas da favela conectadas à internet pela empresa de Balisteri, cuja arquitetura de rede, na opinião de Dado Sutter, da PUC-RJ, “é uma coisa linda”.
Apesar do sucesso, Balisteri não esquece suas origens e critica os projetos de inclusão digital das favelas cariocas, que excluem os “gatos”. “Só na Rocinha”, diz ele, “há mais de 300 provedores clandestinos de internet e a maioria emprega uma média de dez funcionários. O que vai acontecer com esse povo quando as redes sem-fio acabarem com o seu negócio?”
sábado, 17 de julho de 2010
Microsoft anuncia o SP1 Beta para o Windows Server 2008 R2
fonte: http://blogs.msdn.com/b/itnews/archive/2010/07/16/microsoft-anuncia-o-sp1-beta-para-o-windows-server-2008-r2.aspx
O anúncio foi parte do evento Microsoft Worldwide Partner Conference, que está acontecendo esta semana, em Washington, D.C. É principalmente destinado a profissionais de TI, que agora podem começar a testar dois recursos de virtualização anunciados em Março: "Memória Dinâmica" e "RemoteFX".
O anúncio foi parte do evento Microsoft Worldwide Partner Conference, que está acontecendo esta semana, em Washington, D.C. É principalmente destinado a profissionais de TI, que agora podem começar a testar dois recursos de virtualização anunciados em Março: "Memória Dinâmica" e "RemoteFX".
A função de memória dinâmica permite aos administradores criarem um “pool” compartilhado de memória e alocá-lo dinamicamente para as máquinas virtuais, conforme necessário. Na prática, isto significa a execução de mais máquinas virtuais simultaneamente, com melhor aproveitamento do hardware e redução de custos. Já o recurso de RemoteFX permitirá uma melhor experiência de gráficos em dispositivos thin client quando os usuários se conectem remotamente com servidores para habilitar a virtualização de desktop. A capacidade de RemoteFX, que trabalha com tecnologia de virtualização da Microsoft Remote Desktop Services (RDS), parte integrante do Windows Server 2008 R2, permitirá aos usuários a execução de aplicações de gráficos tridimensionais (tais como AutoCAD) e streaming de vídeo a partir de dispositivos thin-clients, com experiência única.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
8 passos para garantir os benefícios de VDI
por Jake McTigue* | InformationWeek EUA, 12/07/2010 |
| fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69890&utm_source=itweb&utm_medium=portal&utm_content=tickersite |
| Dominio dos desktops virtuais mudará a forma como seus funcionários interagem. Ainda não se sabe é se isso irá ajudar a empresa a economizar |
Engenheiros de virtualização podem listar as diversas maneiras pelas quais os desktops virtuais podem cortar gastos enquanto também resolvem problemas. Mas não estamos questionando os benefícios em infraestrutura - na verdade, acreditamos que VDI deve acabar por entregar segurança e gerenciamento de dados muito melhor -, só que os CIOs devem entender que ROI depende, inteiramente, da habilidade da TI em integrar processos de negócio com as funções unicas de VDI. Se você tiver a dinâmica certa, VDI deve render retorno significativo. Mas implemente a tecnologia sem o planejamento adequado e você acabará gastando muito mais se defendendo de usuários decepcionados. Felizmente, temos um processo de oito passos para te ajudar a avaliar o potencial do retorno em uma implementação de VDI, examinando a estrutura corporativa, a atual adoção de virtualização, segurança, produtividade dos funcionários, suporte, recuperação de desastre e economia de energia.
A boa notícia é que, ao ajustar a carga de trabalho do seu DC, você pode operar os servidores dedicados a VDI com altas taxas de utilização, o que, mais pra frente, maximiza a economia de energia e a eficiência. *Jack McTigue é gerente de TI da Carwild e consultor sênior de engenharia de rede na NSI. |
Ballmer aos canais: estamos imersos na nuvem, você também deveria estar
por Rick Whiting, CRN EUA, 13/07/2010 | |||
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4 razões para Implantação de Thin Clients
Nos últimos 18 meses, os orçamentos de TI têm diminuído drasticamente. Como a economia começa a pegar, muitas empresas estão se abrindo à idéia de que agora é um bom momento para uma atualização de hardware.
Quantos anos estão os computadores de sua empresa? Estão prontos para virar Sucata?
Se assim for, você realmente tem necessidade de substituir seus desktops tradicionais, com mais do mesmo?
E sobre as alternativas? Você já considerou a mudança para a tecnologia thin client?
Meio ambiente - O thin client usa em média 5 a 15 watts de potência, enquanto um Desktop gasta em média 80 a 120 watts. Isto pode fazer para poupanças significativas nos custos de energia, quando multiplicado por todo o número de desktops em seu escritório.
Maior durabilidade - Não existem peças móveis em thin clients, então eles vão durar muito mais tempo do que o desktop. Sem os coolers para falhar ou discos rígidos para morrer, muitos fabricantes informam uma vida média de até 10 anos em um thin client.
Segurança de Dados - A maioria dos thin clients não tem armazenamento de dados local, o que significa que todos os seus dados são armazenados em um servidor central, permitindo um melhor controlo sobre quem tem acesso a ele.
Administração eficaz de custos - Ao invés de rastejar em mesas de todos no escritório ou passar algum tempo visitando sites remotos, o engenheiro de suporte pode gerenciar todos os thin clients remotamente a partir de um painel de controle central. Isso significa que um engenheiro só pode suportar 4-5 vezes mais aparelhos do que com desktops média.
Amanda Dahl, diretor de AWIC - Optimização de TI
Cases de Implantação de ThinClients
fonte: http://www.genesissolutions.com.br/cases
A solução THIN CLIENT vem revolucionando o laboratório de informática da Faculdade de Saúde e Tecnologia Humana.

A Faculdade Pitágoras também aderiu à tecnologia THIN CLIENT e adquiriu da GENESIS SOLUTIONS as máquinas para o seu laboratório acadêmico.
A segurança e a confiabilidade em qualquer ambiente fizeram com que a tecnologia THIN CLIENT se tornasse a melhor opção para equipar o parque computacional da empresa
O aproveitamento de toda a funcionalidade da solução THIN CLIENT permitiu a este cliente otimizar o seu call center de forma sem precedentes. Veja as vantagens que levaram o Grupo Algar a optar por esta tecnologia.

Seu laboratório já está em pleno uso com o conceito de funcionalidade e otimização de espaço oferecido pela tecnologia THIN CLIENT.

Diante do sucesso da tecnologia THIN CLIENT, sua aquisição inicial já foi atualizada e foram adicionados novos terminais. Reafirmou-se sua cultura em reduzir e focar apenas servidores, visando a uma estratégia de redução de custos.
O SENAI – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL, em São Paulo, mantém em funcionamento 141 unidades de atendimento entre escolas fixas e unidades móveis. Trata-se de uma das principais instituições de educação profissional do País. A GENESIS SOLUTIONS venceu a licitação para fornecimento da tecnologia THIN CLIENT e os inúmeros benefícios já podem ser notados pelos usuários.
A Ricardo Eletro trocou todo o seu parque de máquinas administrativas pela tecnologia THIN CLIENT. Vários fatores pesaram na decisão, como a economia de energia, a redução de espaço físico e os baixos índices de manutenção. A empresa agora opera com uma relação de custo/benefício sem precedentes.
A Faculdade Pitágoras também aderiu à tecnologia THIN CLIENT e adquiriu da GENESIS SOLUTIONS as máquinas para o seu laboratório acadêmico.
Seu laboratório já está em pleno uso com o conceito de funcionalidade e otimização de espaço oferecido pela tecnologia THIN CLIENT.
Diante do sucesso da tecnologia THIN CLIENT, sua aquisição inicial já foi atualizada e foram adicionados novos terminais. Reafirmou-se sua cultura em reduzir e focar apenas servidores, visando a uma estratégia de redução de custos.
Thin Clients Wyse
A Wyse é a fornecedora de Thin Client número 1, em que as maiores empresas e instituições do mundo confiam para implementer soluções escaláveis de computação centradas em rede. O hardware, o software e os seviços da Wyse garantem que os desktops do cliente sejam seguros, confiáveis e ágeis, preservando o capital e aumentando a produtividade.
O que é Thin Client?
Thin Client entrega o acesso que as pessoas necessitam, a um custo muito mais baixo que em métodos tradicionais, sem comprometer a segurança e o gerenciamento. Torna fácil a área de TI gerenciar sistemas e melhorar a confiabilidade e a segurança da informação, que reduz dramaticamente os custos.
Permite acesso a aplicações e dados que as pessoas precisam para manter os negócios funcionando. Tudo isso ao mesmo tempo que aumenta a segurança, confiabilidade e disponibilidade dos PCs - problemas esses que encarecem os custos de manutenção de PCs nas corporações.
Thin Client inclui hardware, software e serviços que trabalham com PCs, Thin Clients ou mesmo com dispositivos sem-fio. Proporciona a todos da sua empresa acesso seguro ás informações e aplicações que eles precisam, sem requerer que os sistemas estejam armazenados em cada Desktop.
Por que Thin Client e por que agora?
Hoje, praticamente 80% do orçamento de TI é alocado em manutenção do parque, tornando difícil para qualquer departamento de TI adicionar valor aos negócios.
CIOs tiveram suas tarefas acumuladas em deixar o ambiente rodando e ao mesmo tempo evitar problemas de origem regulatória. Thin Client não só reduz o custo de disponibilizar um desktop em 40 % como também libera a equipe de TI para ficar em iniciativas mais estratégicas.
Adicionalmente o aumento de banda nas redes garante que o Thin Client tenha desempenho equivalente aos desktops, o que torna mais fácil e mais aceitável para as empresas utilizarem thin clients em aplicações de missão critica.
Modelos de Thin Client comercializados pela Wyse no Brasil
Wyse S10 / Wyse S30 / Wyse S50 / Wyse S90
Wyse V30 / Wyse V50 / Wyse V90
Winterm 3150SE / Winterm 5051SE

D-Link firma parceria com a Midcom, com foco em soluções 3G
fonte: http://tiporai.blogspot.com/2010/07/d-link-firma-parceria-com-midcom-com.html
A D-Link, líder mundial no fornecimento de soluções de redes, segurança, armazenamento de dados e vigilância IP, anuncia parceria com a Midcom, distribuidora de equipamentos eletrônicos. A partir deste acordo, a Midcom será responsável pela comercialização das soluções 3G da D-Link em todo o território nacional.
De acordo com o gerente de negócios da D-Link para a unidade Services Provider, Nelson Ito, a Midcom foi credenciada como parceira da D-Link devido ao conhecimento do mercado 3G. “O fato de a Midcom possuir canais de revenda 3G que atingem o público-alvo da D-Link certamente irá contribuir para o principal objetivo da parceria, que é fortalecer a marca no mercado de roteadores e minimodems para o segmento corporativo, difundir a tecnologia 3G para usuários domésticos e, consequentemente, fortalecer a marca neste segmento e no de 3G”, afirma o executivo, ressaltando que o mercado 3G está em pleno crescimento no Brasil, por ser uma excelente alternativa para conexão à Internet.
A parceria é válida para toda a linha de produtos da D-Link com tecnologia 3G, com foco no mini-modem 3G DWM-152, compatível com todas as operadoras e que permite o acesso à Internet com alta velocidade por meio do sinal de telefonia celular; e no roteador DIR-455, que permite compartilhamento do acesso à Internet, além da transferência de dados, envio de SMS e ligações telefônicas utilizando a rede de telefonia celular.
Segundo o gerente geral da Midcom, Fernandes Franhani Junior, o objetivo do acordo é expandir o volume de vendas para o varejo em 30% até o final de 2010. “Também iremos atuar no mercado corporativo, implementando projetos de valor agregado para transmissão de imagens sobre 3G, soluções 3G para link backup e roteamento com os produtos da D-Link, para criar casos de sucesso entre 2010 e 2011”, ressalta.
Para atingir as metas, a Midcom irá promover uma série de treinamentos comerciais e técnicos e elaborar materiais de comunicações para fortalecer o nome da D-Link dentro dos seus parceiros. “Queremos expandir nossa rede de revendas, apresentando como diferenciais de mercado o suporte técnico e a expertise da Midcom em comercializar estes produtos, que será reforçada a partir da atuação conjunta com a D-Link”, explica Franhani Junior.
Sobre a D-Link
A D-Link é uma das líderes mundiais da indústria de equipamentos para infraestrutura de redes convergentes e seguras. Suas soluções atendem desde usuários domésticos e pequenos escritórios a empresas de telecomunicações e do mercado corporativo, sendo este último seu principal foco de mercado.
Desde o início das suas operações, em 1986, a D-Link vem se desenvolvendo no mercado global. Para consolidar sua presença internacional, inaugurou subsidiárias nos maiores mercados, além de uma extensa rede de distribuidores em mais de 90 países.
A globalização faz da D-Link um player global com estratégia rápida de crescimento, focada em três estratégias-chave: Pesquisa e Desenvolvimento, Produção e Marketing. O objetivo da companhia é concentrar-se em novas oportunidades, racionalizando a utilização de recursos, os custos e proporcionando um serviço total ao cliente.
Com laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento em diferentes continentes, a D-Link é capaz de criar novas tecnologias e trabalhá-las nos laboratórios, levando-as aos mercados de forma rápida. Hoje, os produtos da D-Link respondem, de forma flexível, às necessidades globais e locais.
Com unidades fabris em Taiwan, China, Índia e Estados Unidos, a D-Link tem aumentado cada vez mais a sua produção, reduzindo os custos dos componentes e agilizando a entrega dos produtos da fábrica aos clientes.
Fonte: Planin Worldcom
De acordo com o gerente de negócios da D-Link para a unidade Services Provider, Nelson Ito, a Midcom foi credenciada como parceira da D-Link devido ao conhecimento do mercado 3G. “O fato de a Midcom possuir canais de revenda 3G que atingem o público-alvo da D-Link certamente irá contribuir para o principal objetivo da parceria, que é fortalecer a marca no mercado de roteadores e minimodems para o segmento corporativo, difundir a tecnologia 3G para usuários domésticos e, consequentemente, fortalecer a marca neste segmento e no de 3G”, afirma o executivo, ressaltando que o mercado 3G está em pleno crescimento no Brasil, por ser uma excelente alternativa para conexão à Internet.
A parceria é válida para toda a linha de produtos da D-Link com tecnologia 3G, com foco no mini-modem 3G DWM-152, compatível com todas as operadoras e que permite o acesso à Internet com alta velocidade por meio do sinal de telefonia celular; e no roteador DIR-455, que permite compartilhamento do acesso à Internet, além da transferência de dados, envio de SMS e ligações telefônicas utilizando a rede de telefonia celular.
Segundo o gerente geral da Midcom, Fernandes Franhani Junior, o objetivo do acordo é expandir o volume de vendas para o varejo em 30% até o final de 2010. “Também iremos atuar no mercado corporativo, implementando projetos de valor agregado para transmissão de imagens sobre 3G, soluções 3G para link backup e roteamento com os produtos da D-Link, para criar casos de sucesso entre 2010 e 2011”, ressalta.
Para atingir as metas, a Midcom irá promover uma série de treinamentos comerciais e técnicos e elaborar materiais de comunicações para fortalecer o nome da D-Link dentro dos seus parceiros. “Queremos expandir nossa rede de revendas, apresentando como diferenciais de mercado o suporte técnico e a expertise da Midcom em comercializar estes produtos, que será reforçada a partir da atuação conjunta com a D-Link”, explica Franhani Junior.
Sobre a D-Link
A D-Link é uma das líderes mundiais da indústria de equipamentos para infraestrutura de redes convergentes e seguras. Suas soluções atendem desde usuários domésticos e pequenos escritórios a empresas de telecomunicações e do mercado corporativo, sendo este último seu principal foco de mercado.
Desde o início das suas operações, em 1986, a D-Link vem se desenvolvendo no mercado global. Para consolidar sua presença internacional, inaugurou subsidiárias nos maiores mercados, além de uma extensa rede de distribuidores em mais de 90 países.
A globalização faz da D-Link um player global com estratégia rápida de crescimento, focada em três estratégias-chave: Pesquisa e Desenvolvimento, Produção e Marketing. O objetivo da companhia é concentrar-se em novas oportunidades, racionalizando a utilização de recursos, os custos e proporcionando um serviço total ao cliente.
Com laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento em diferentes continentes, a D-Link é capaz de criar novas tecnologias e trabalhá-las nos laboratórios, levando-as aos mercados de forma rápida. Hoje, os produtos da D-Link respondem, de forma flexível, às necessidades globais e locais.
Com unidades fabris em Taiwan, China, Índia e Estados Unidos, a D-Link tem aumentado cada vez mais a sua produção, reduzindo os custos dos componentes e agilizando a entrega dos produtos da fábrica aos clientes.
Fonte: Planin Worldcom
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Soluções com Thin Client na Argentina
por: http://www.nec.com/global/cases/sanjuan/br/index.html

Ministério da Educação de San JuanO Ministério da Educação em San Juan, Argentina, é o órgão do governo responsável por criar e implementar políticas de excelência em educação. O Ministério elabora programas educacionais equitativos e inovadores para os níveis de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação superior.

Imagem da Escola de San JuanEm resposta às necessidades únicas do Ministério da Educação, a NEC entregou a solução "Secure Cloud" que utiliza a virtualização de desktops (Virtual PC Center: VPCC) e telefonia IP (UNIVERGE) - ambas baseadas em Data Centers. Como este foi o primeiro projeto de virtualização para o Ministério, havia preocupações naturais, uma vez que envolvia um trabalho de integração em larga escala e novos softwares.
Fabián Rossi
Gerente de Programa IT
NEC Argentina

Professores que aprendem a operar os "Thin Clients"
Introdução

Ministério da Educação de San Juan
Seu objetivo é garantir um sistema de educação de qualidade que contribua para a formação integral das pessoas e para o desenvolvimento da província, formulando e implementando políticas, normas e regulamentação setorial.
A NEC entregou uma solução "Secure Cloud" para integrar e otimizar o gerenciamento da informação para o sistema de educação do Ministério. Ao utilizar Virtualização de Desktop e Telefonia IP, esta solução melhora a eficiência no gerenciamento de processos administrativos e acadêmicos nas instituições educacionais. Fornece também aos usuários um acesso rápido e fácil à internet, email, compartilhamento de arquivos através de portais web e ao serviço de telefonia VoIP (Voice over Internet Protocol).
Desafío
O Ministério da Educação, que emprega metade dos funcionários públicos da região, elabora programas educacionais para mais de 40 por cento dos residentes em San Juan. O gerenciamento da informação dentro da organização era ineficaz e impedia a tomada de decisões por parte dos administradores.
O sistema inteiro era complexo, inconsistente - os usuários utilizavam tipos diferentes de computadores e uma variedade de sistemas operacionais - isso demandava excessiva manutenção. A infraestrutura precisava ser simplificada. O Ministério requisitou uma solução de rede de voz e dados para conectar com mais eficácia o escritório principal com as 192 escolas. A fim de melhorar o acesso à informação, o Ministério precisou reavaliar e dinamizar seus processos administrativos, para então projetar um novo sistema de gerenciamento da informação que suportasse os processos atualizados. Melhorar a segurança era também uma prioridade para o Ministério. Para isto, o órgão solicitou uma solução integrada de controle de acesso biométrico para prover maior segurança às áreas de processamento de dados e desenvolvimento. A efetivação desta solução baseado em uma arquitetura de cliente-servidor obsoleta, assim como a expansão de funcionalidades na infraestrutura de TI poderiam gerar impactos negativos em termos de serviços e tempo de resposta aos usuários.
Solução

Imagem da Escola de San Juan
"A equipe da NEC estava muito comprometida em colaborar com o nosso pessoal de TI. Nós nos sentimos muito confortáveis com o seu trabalho" disse Gustavo Quiroga, Gerente de Projetos do Ministério da Educação em San Juan. "Nós trabalhamos em cooperação tão estreita que às vezes era difícil distinguir entre os recursos internos e os da NEC!"
Esta solução do tipo "Cloud", personalizada para o Ministério da Educação, provê a segurança e a economia de custos das metodologias DaaS (Desktop as a Service = Desktop como serviço), SaaS (Software as a Service = Sorftware como serviço) e PaaS (Platform as a Service = Plataforma como serviço) com sistemas hospedados em um moderno Data Center.
Cada escola está conectada pela rede com o Ministério da Educação e os seus escritórios de gerenciamento por meio do Servidor de Comunicações UNIVERGE SV8500 da NEC. Este servidor de aplicação de padrão aberto pode suportar soluções de voz, comunicações unificadas e mobilidade para dezenas a milhares de usuários.
O software Education Management Suite (EMS) da NEC é o componente central. Ele serve como ferramenta para melhorar a eficiência dos processos existentes. O software EMS fornece a estudantes, professores, diretores, equipe administrativa e pais, uma solução eficiente para suportar o avanço na educação. Baseado em aplicações personalizadas, os processos administrativos e educacionais podem agora confiar em novas ferramentas para maximizar o uso dos computadores e da Internet para finalidades educacionais. A solução "Secure Cloud" da NEC garante que aplicações para governo eletrônico, contabilidade, folhas de pagamento, documentos digitalizados, bolsas de estudo, identificação biométrica, treinamento, web site e serviço de email estejam sempre disponíveis.
Para melhorar a segurança dos dados e minimizar a manutenção, todo o hardware e software "back-end" são adequadamente mantidos no Data Center da NEC. Esta solução de DaaS, SaaS e PaaS elimina o tempo de interrupção do sistema e reduz os investimentos em Data Centers mantidos localmente.
A segurança de dados foi aprimorada integrando-se o controle de acesso biométrico entre o Ministério da Educação e as unidades de gerenciamento. O sistema monitora o horário e a presença nas áreas do centro de processamento de dados e de desenvolvimento. A substituição da miríade de computadores em toda a organização por uma solução de virtualização garante uma plataforma de computação segura e simplifica o gerenciamento das estações de trabalho. O terminal US110 "Thin Client" fornece áudio e vídeo de alta velocidade e qualidade sem a manutenção física dos computadores típicos.
Fabián RossiGerente de Programa IT
NEC Argentina
"A implantação, seguindo as metodologias exigentes do Instituto de Gestão de Projetos (Project Management Institute = PMI) levou um ano" comentou Fabián Rossi, Gerente de TI da NEC Argentina. "Nós planejamos a implantação para coincidir precisamente com a mudança do Ministério da Educação ao seu novo Centro Cívico. Nós queríamos controlar eficientemente a implantação para permitir ao nosso cliente maximizar seu investimento".
Devido à extensão do projeto, a implantação foi realizada em diversos estágios. "A implantação foi bem sucedida. Nós ficamos satisfeitos pois cada fase foi terminada sem atrasos" declarou Gustavo Quiroga.
"Problemas são comuns na implantação em grande escala de mudanças na infraestrutura, mas foram resolvidos apropriadamente. Eu fiquei muito satisfeito com o serviço e o desempenho da NEC".
Por causa da facilidade de gerenciamento, o Ministério manterá o sistema com os recursos internos pré-existentes. Gustavo Quiroga acrescentou "Os gerentes de TI melhoraram seus conhecimentos sobre virtualização graças ao treinamento da NEC e ao trabalho lado a lado durante todos os dias que envolveram a execução do projeto".
Resultado

Professores que aprendem a operar os "Thin Clients"
A NEC entregou uma solução de rede "fim-a-fim" para 400 estações de trabalho em 192 escolas e escritórios administrativos. A racionalização dos processos e da infra-estrutura reduziu significativamente os custos de manutenção e simplificou o gerenciamento da tecnologia de informação (TI). A solução de virtualização de desktops melhora a manutenção e o desempenho dos computadores, enquanto reduz seu custo de aquisição. Melhorias em integração e mobilidade são possíveis com as estações de trabalho virtuais.
"Nós conseguimos aumentar significativamente o número de desktops disponíveis" mencionou Gustavo Quiroga. "Nós fomos surpreendidos, pois o número de usuários aumentou, no entanto o número de pedidos de manutenção pelo usuário final diminuiu consideravelmente. O gerenciamento é muito mais simples agora".
"O objetivo do projeto era diminuir o tempo de resposta, melhorar a transparência na gestão e aprimorar os serviços à comunidade" acrescentou Gustavo Quiroga. "Agora nós podemos fazer tudo isso eficazmente. Além disso, oferecemos valiosas ferramentas de análise de informação para a melhor tomada de decisão por parte da administração."
Atualmente, o Ministério da Educação analisa estender a rede de voz e dados para incorporar, aproximadamente, outras 350 escolas. Esta expansão irá incorporar "Thin Clients" e telefones para as demais escolas da província.
Sobre o Ministério da Educação
O Ministério da Educação em San Juan, Argentina é um órgão do governo responsável por criar e implementar as políticas para a excelência em educação. O Ministério elabora programas educacionais equitativos e inovadores para os níveis de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação superior. Seu objetivo é garantir um sistema de educação de qualidade que contribua para a formação integral das pessoas e para o desenvolvimento da província, formulando e implementando políticas, normas e regulamentação setorial.
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