sexta-feira, 18 de junho de 2010

Schalter quer R$ 5 milhões com thin clients e quiosques de autoatendimento

por Felipe Dreher
17/06/2010
Focada em automação, companhia reestruturou completamente sua operação depois da venda da unidade de impressoras para a Elgin

Fabricante de soluções de automação, a brasileira Schalter aposta na produção de thin clients, dispositivos que substituem desktops e apoiam-se na arquitetura de computação centralizada, e quiosques de autoatendimento para fechar 2010 com faturamento na casa dos R$ 5 milhões, dobrando o resultado alcançado no ano anterior.

Até 2004, a companhia produzia impressoras fiscais e de cheques. A unidade foi vendida para a Elgin. Feita a transição tecnológica, a fabricante reposicionou seu nicho de atuação para atacar os novos mercados.

"Viemos crescendo bastante desde a reestruturação da empresa", comenta Valtuir Fraga Caetano, diretor técnico da Schalter. Hoje, aproximadamente 60% da receita projetada originam-se dos negócios com thin clients. O executivo lista como clientes a montadora Honda, a rede de lanchonetes McDonalds, a Brigada Militar do Rio Grande do Sul (para um aplicação embarcada na viatura).

A meta, contudo, é inverter um pouco essa equação. Nos tempos que vendia impressora, a empresa chegou a faturar por volta de R$ 1 milhão por mês. "Queremos alcançar esses volumes em menos de dois anos", projeta Caetano, definindo que o mercado de quiosques configura-se como principal pilar dessa estratégia por terem margem melhor e baixa concorrência no mercado nacional.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Carteira Informatizada One CI com Thin Client embutido

A Carteira Informatizada One Ci da Oppítz Soluções Tecnológicas, é ideal para manter a padronização em instituições que optem por modelos de carteiras compartilhadas e individuais.


Possui tampos em madeira revestidos em laminado melaminico resistente a riscos, tampo superior deslizante para escrita e tampo inferior fixo com teclado anti-vandalismo. A carenagem metálica para acomodação dos equipamentos é em formato orgânico criando identidade visual única ao produto. Desenvolvida em estrutura ergonomicamente correta.


Possui integrado a sua estrutura 01 Thin-Client com suporte a diversos protocolos; 01 monitor LCD 15″ com proteção de vidro temperado fixado em ângulo de 45°; e 01 teclado anti vandalismo com TrackBall óptico.
Tem como opcionais: Interface Wireless, entrada USB, entrada e saída de som, HD interno, Web-Cam, entre outros.



Mais informações acesse:

Thin-Clients: é a nova onda?


 por: http://engenhariapc.blogspot.com/2010/06/thin-clients-e-nova-onda.html (Alessandro)

Você sabe o que é um Thin-Client? Thin-Client poderia ser uma espécie de terminal burro, porém ele não o é. Certamente se você é um dinossauro do ramo de informática, você certamente vai lembrar dos grande terminais burros que eram usados conectados aos Mainframes.
Também chamados de Clientes Magros por alguns, os Thin Clients estão sendo considerados o caminho para atingir o IT Green tão desejado e comentado nestes tempos em que o meio ambiente tem tanta importância entre as grandes empresas. Eu ainda não expliquei o que é um TC (vou chamar assim o Thin Client), mas eu farei. A analogia que fiz com o terminal burro certamente já ajudou os que conhecem a tecnologia, mas ainda assim, não é a mesma coisa.

Melhor do que tentar explicar nas minhas próprias palavras, vou citar a wikipedia que descreve bem. Se você não entender, calma, o espaço para comentários está aberto para você tirar dúvidas, mesmo que seja uma dúvida boba.

Um thin client (“cliente magro”) é um computador cliente em uma rede de arquitetura cliente-servidor de duas camadas o qual tem poucos ou nenhum aplicativo instalados, de modo que depende primariamente de um servidor central para o processamento de atividades. A palavra “thin” se refere a uma pequena imagem de boot que tais clientes tipicamente requerem – talvez não mais do que o necessário para fazer a conexão com a rede e iniciar um navegador web dedicado ou uma conexão de “Área de Trabalho Remota” tais como X11, Citrix ICA ou Microsoft RDP.

TC podem ser a grande sensação do momento, porém se lembrarmos do ciclo que a informática vem apresentando, não estamos vendo uma novidade, mas sim a volta de uma tecnologia já conhecida, mas revisitada e ampliada. Se antes tinhamos terminais burros e processamento centralizado no mainframe. Hoje temos TC ligados a rede ethernet e máquinas virtuais rodando sistemas operacionais como Windows ou Linux em servidores poderosas que fazem parte de uma farm de virtualização. Este Thin-Client aí já vem embutido no monitor.

O grande barato de ter os desktops virtualizados para serem acessados via TC, é que os desktops virtualizados podem compartilhar os recursos de um servidor. É possível rodar, dependendo da configuração do seu servidor, até 30 desktops virtuais. Assim o que antes era ociosidade de processamento agora é compartilhada entre aqueles que usam.

A centralização das máquinas virtuais no seu CPD também faz com que o tráfego de rede fique confinado dentro do seu CPD, assim os investimentos em infraestrutura da sua rede ethernet podem ficar confinados ao CPD e serão certamente menor do que capacitar todo o seu parque para ter rede gigabit. Sem falar na segurança que isso trás, já que o tráfego de dados que podem ser sensíveis fica confinado ao CPD.

Com o processamento centralizado, o upgrade de processamento, memória e disco é muito mais simples e menos doloroso para usuário final. A tecnologia de Blades que fabricantes de servidores como HP (veja a foto ao lado), Sun e IBM, permite que se inclua mais lâminas (servidores ultrafinos) sem downtime. A configuração destes novos servidores é bastante simples e a inclusão deles no seu farm de virtualização é tão simples quanto o clicar de meia duzia de botões.

Crescimento de discos, ou storage como seria correto chamar, também é simples, mas não necessariamente barato. Dependendo da quão crítico forem seus dados você poderá optar por soluções de NAS ou SAN. Porém crescimento também não tem paradas ou indisponibilidades. Redundância e segurança destes dados são garantidos por tecnologias como RAID e uma penca de outras que eu nem consigo compreender, mas entendo que são altamente eficazes.



Vantagens de se adotar um TC:

     * Menor custo de investimento na aquisição

     * Menor consumo de energia (consome 10% que um desktop consome)

     * Gera menos ruído e calor

     * Ocupa menos espaço

     * Gera menos tráfego de rede

     * Diminui custo de manutenção

     * Não requer upgrade para novas apliações/sistemas operacionais

Desvantagens:

    * Requer mais servidores e mais poderosos para processamento

    * Requer uma rede bem afinada

    * Uma ótima leitura sobre a história de TC e a tendência para as corporações é o artigo da Info    Corporate da Exame.


Lá você vai ver que o custo médio de um TC é a metade de um computador comum, mas sua manutenção é metade e o tempo de vida pode ser mais do que o dobro.

Uma coisa importante neste assunto é que Thin-Clients são interessantes, até onde eu consigo ver, para grande corporações que tem um enorme parque de computadores. Usuários domésticos como eu e você não tem ganho algum em adotar Thin-Clients.

Você sabe que os maiores consumidores de computadores são grande empresas e talvez você conclua que Thin-Clients podem ser uma sentença de morte anunciada para o futuro de grande fabricantes de computadores. Não necessariamente. Este ano a HP comprou a Neoware que é um dos líderes de mercado no ramo de TC. A Wyse, é, até onde eu consegui pesquisar, a grande líder.

Grandes novidades estão chegando neste ramo e a wyse já aposta em Thin-Clients móveis. Por não ter partes móveis como HD e leitor de CD, seu consumo de bateria deve ser muito baixo o que pode fazer o notebook ser mais leve também, afinal, menos baterias são necessárias.


Na parte da virtualização por ser um padrão aberto, várias soluções podem ser adotadas:

IBM Virtualized Client Solution (VCS)

VMware® Virtualized Desktop Infrastructure (VDI)

Citrix® Dynamic Desktop Initiative (DDI)

Eu aposto que soluções com VMWare e Thin Clients podem começar a se popularizar nas grande empresas e muito além disto. Se hoje TC são sucesso em empresas de Call Center, acho que em breve surgirão empresas que vão oferecer DataCenters para Desktops Virtuais de outras empresas.

Então empresas de tamanho médio poderão contratar links dedicados para se comunicar com o data center onde estarão todos os desktops. Investimento baixo com despesa controlada, podendo assim ter escalabilidade e agilidade para crescer ou diminuir.

Para mais informações, visite o site: http://www.bernabauer.com/